Poltica Quinta-Feira, 06 de Dezembro de 2018, 09h:23 | - A | + A

VOTOS CONGELADOS

Gilmar Fabris tem nova derrota no TSE e Allan Kardec deve ser empossado como deputado

Ele no conseguiu descongelar os votos e segue impedido de ser diplomado como eleito

LAICE SOUZA

DA REDAO

 

O deputado estadual Gilmar Fabris (PSD) continua com os votos congelados e não deverá assumir o cargo de deputado estadual, na próxima legislatura. É que o Tribunal Superior Eleitora (TSE) negou o recurso do deputado que tentava descongelar os 22.913 votos que conquistou nas eleições de outubro.

 

"O Tribunal, por unanimidade, negou provimento ao recurso ordinário interposto por Gilmar Donizete Fabris, a fim de manter o indeferimento do seu pedido de registro de candidatura ao cargo de deputado estadual, nos termos do voto do Relator", conforme a certidão de julgamento, que ocorreu na terça-feira (6). O relator Admar  Gonzaga Neto foi seguido pelos ministros Tarcisio Vieira de Carvalho Neto, Luís Roberto Barroso, Luiz Edson Fachin, Jorge Mussi, Og Fernandes e Rosa Weber.

 

O parlamentar, que não teve o registro de candidatura reconhecido pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso e concorreu “sub judice”, foi considerado ficha suja e tenta modificar a decisão para assumir a cadeira de deputado.

 

Contudo, todas as tentativas de Fabris, até o momento, fracassaram. Além da batalha na Justiça Eleitoral, ele tentou modificar a decisão judicial que o condenou pelo crime de peculato a pena de 6 anos e 8 meses de prisão. No Tribunal de Justiça de Mato Grosso, até o momento, ele não obteve nenhum sucesso.

 

Com isso, quem deverá assumir a cadeira e ser diplomado no dia 17 será o deputado estadual Allan Kardec (PDT).

 

Condenação de Fabris

Fabris foi condenado pelo Tribunal de Justiça, por 15 votos a 8, por participação em um suposto desvio de R$ 1,5 milhão dos cofres da Assembleia Legislativa, quando era presidente da Casa de Leis.

 

No esquema investigado pelo Ministério Público Estadual, que o deputado teria participação, os envolvidos teriam utilizado 123 cheques da Assembleia, para pagar serviços que não foram prestados.

 

O deputado ainda tenta modificar a decisão, ue, segundo ele, a pena já teria prescrito.

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