O desfile em comemoração à Independência do Brasil nesta quinta-feira (7) teve Zé Gotinha como uma das atrações. Em uma viatura dos bombeiros, o personagem símbolo da vacinação brasileira foi ovacionado pelo público da Esplanada dos Ministérios.
A ministra da Saúde, Nísia Trindade, afirmou que ele é um dos símbolos da retomada de políticas públicas do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “[Ele lembra] que a vacinação é importante, que a reconstrução das políticas públicas para reduzir a desigualdade é fundamental; e a saúde é um pilar desse processo”, disse.

“O Zé Gotinha voltou! Ele e os nossos heróis nacionais do SUS! Esse é um desfile da independência , acabamos com o comício do ódio, do negacionismo e dos ataques a Constituição do governo anterior! “, disse o ministro Alexandre Padilha em um post nas redes sociais
O personagem foi criado em 1986 pelo artista plástico Darlan Rosa e é ícone do Programa Nacional de Imunizações (PNI), que completa 50 anos no próximo dia 18 de setembro.
Neste ano, a Esplanada contou com público menor em relação ao ano passado — quando Bolsonaro fez discurso inflamado e puxou curo de “imbrochável” para si mesmo.
O presidente Lula (PT) chegou à Esplanada em um carro aberto com a primeira-dama, Janja. O casal acenou ao público, mas não discursou.
Diversos ministros do governo estiveram no evento. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Rosa Weber, e o vice-presidente da República Geraldo Alckmin também marcaram presença.
Em aceno às Forças Armadas, Lula posou de mãos dadas com o ministro da Defesa, José Múcio, e com os chefes das Forças Armadas: o comandante do Exército, Tomás Ribeiro Paiva; o comandante da Aeronáutica, Marcelo Kanitz Damasceno; e o comandante da Marinha, Marcos Sampaio Olsen.
Os temas da cerimônia deste ano são paz, ciência, vacinação e Amazônia. Em pronunciamento em rede nacional na quarta-feira (4), Lula usou um tom moderado e enfatizou que a bandeira do Brasil é um símbolo do povo brasileiro, não pertencendo a um presidente ou qualquer outra autoridade. O objetivo foi demonstrar seu interesse na pacificação do país.
Fonte: Nacional

























