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MT segue com tendência de alta em hospitalizações por síndrome respiratória, aponta Fiocruz

Boletim mostra que VSR e Influenza A impulsionam aumento de casos em crianças, adultos e idosos. Fiocruz reforça importância da vacinação.

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MT segue com tendência de alta em hospitalizações por síndrome respiratória, aponta Fiocruz
MT segue com tendência de alta em hospitalizações por síndrome respiratória, aponta Fiocruz (Foto: Agência Brasil)

Mato Grosso está entre os seis estados com tendência de aumento nas hospitalizações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), segundo o novo Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta quinta-feira (03.07). A análise leva em conta os dados inseridos no SIVEP-Gripe até o dia 28 de junho, correspondente à semana epidemiológica 26.

De acordo com a Fiocruz, o crescimento dos casos no estado tem sido impulsionado pelo vírus sincicial respiratório (VSR), que afeta principalmente crianças pequenas, e pela Influenza A, responsável pelo aumento das hospitalizações entre jovens, adultos e idosos.

Além de Mato Grosso, também apresentam tendência de alta na SRAG os estados de Alagoas, Paraná, Pará, Rondônia e Roraima. Em todo o país, o número de casos permanece em níveis elevados, com 19 capitais, incluindo Cuiabá, registrando incidência considerada de alerta, risco ou alto risco. No entanto, nessas capitais, não foi detectado crescimento sustentado da doença nas últimas semanas.

A pesquisadora Tatiana Portella, do Programa de Computação Científica da Fiocruz e integrante da equipe do InfoGripe, alerta para a continuidade da circulação de vírus que tem provocado o aumento de hospitalizações. “Por isso, a gente reforça a importância da vacinação contra a influenza. O SUS disponibiliza a vacina de graça para os grupos prioritários, então é fundamental que todos estejam vacinados. Mesmo que você já tenha tido gripe este ano, é importante se vacinar, já que a vacina protege contra os três principais tipos de vírus da influenza que infectam humanos”, afirma.

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Crianças e idosos são os mais afetados

Em nível nacional, os casos de SRAG em crianças pequenas têm sido causados, sobretudo, pelo VSR, seguido por rinovírus e Influenza A. Já entre os idosos, a Influenza A permanece como a principal causa de hospitalizações e mortes associadas à síndrome respiratória.

No ano epidemiológico de 2025, o país já notificou 119.212 casos de SRAG. Desses, 52% tiveram confirmação laboratorial para algum vírus respiratório. A maior parte dos diagnósticos positivos foi para VSR (45,5%), seguida por Influenza A (26,7%), rinovírus (22,1%), Sars-CoV-2 (8%) e Influenza B (1,1%). Cerca de 33% dos casos testaram negativo para os vírus analisados e 7,7% ainda aguardam resultado.

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