Um garoto diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA) deu entrada no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) com suspeita de trombose cerebral, uma condição grave que exige diagnóstico rápido e preciso. A criança foi atendida pela equipe médica da unidade, mas a confirmação do quadro dependia da realização de uma angiotomografia — exame de imagem fundamental nesse tipo de caso.

Segundo a mãe do paciente, o tomógrafo do HMC está fora de funcionamento, impossibilitando a realização do procedimento. Diante da situação, o menino foi transferido para o Hospital Geral Universitário (HGU), ainda sem ter feito o exame necessário.
Em nota, a Prefeitura de Cuiabá negou omissão e afirmou que paciente com suspeita de trombose cerebral recebeu atendimento. A Secretaria de Saúde informou que o tomógrafo do HMC passou por manutenção corretiva programada, o que é comum em equipamentos de alta complexidade. Durante os dois dias de manutenção, nenhum exame deixou de ser realizado — todos os pacientes que necessitaram de tomografia foram encaminhados ao Hospital São Benedito, com transporte garantido por ambulância, assegurando ida e volta com segurança e agilidade.
No caso específico do paciente citado, a SMS reforça que ele foi plenamente atendido no HMC, inclusive por especialistas de diversas áreas, e teve o quadro clínico acompanhado com responsabilidade. O garoto, que possui diagnóstico prévio de epilepsia refratária, recebeu toda a assistência necessária.
Outro ponto de vista
Em contato com a mãe do garoto, ela afirmou que não foi informada sobre a transferência ao Hospital São Benedito. E, acrescentou, que uma ambulância para busca o paciente, mas que ao verificar o pedido do exame, descobriram que não faziam o exame com contraste e sedação em crianças, logo dispensaram a ambulância.























