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Audiovisual é destaque na democratização do conhecimento científico

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Reprodução

Pedro Pinto de Oliveira e Dielcio Moreira

 

Alunas de Jornalismo do Projeto Tornar Comum, da Faculdade de Comunicação e Artes (FCA) da UFMT, produziram uma matéria para as redes sociais do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM) sobre a repercussão nacional da experiência da nova escritura de ciência entre os pares desenvolvida por pesquisadores ligados ao programa.

 

O enfrentamento ao fenômeno da desinformação e o papel crucial da comunicação audiovisual de ciência na luta contra o negacionismo e na democratização do conhecimento tem sido tema de repercussão relevante dentro e fora da academia. 

 

Como parte desse processo de democratização da ciência o ensaio audiovisual científico “Cenas da Extrema direita no Brasil: a fusão dos valores do militarismo e da religiosidade” do jornalista e professor Pedro Pinto de Oliveira foi um dos destaques do Blog do Noblab, no site Metrópoles, com repercussão nacional.

 

Como define Oliveira: ‘é um vídeo referenciado e que pode ser compartilhado para além das plataformas e espaços acadêmicos, ganha visibilidade no universo da internet’.

 

O ensaio audiovisual científico é tema de pesquisas desenvolvida por Oliveira em parceria com o professor doutor Benedito Diélcio, ambos da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

 

Confira a matéria:

 

Vídeo aborda ascensão da extrema direita no Brasil em uma linguagem acessível

 

O ensaio audiovisual científico “Cenas da extrema direita no Brasil: a fusão dos valores do militarismo e da religiosidade”  está repercutindo em um portal de notícias conhecido nacionalmente. A produção é de autoria do pesquisador e professor colaborador do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM/UFMT), Pedro Pinto de Oliveira, atuante na Linha de Pesquisa Estéticas e Narrativas do Programa. 

 

Como é um vídeo referenciado e que pode ser compartilhado para além das plataformas e espaços acadêmicos, ganha visibilidade no universo da internet, dominado hoje por vídeos negacionistas e de desinformação.

Com uma duração de aproximadamente nove minutos, o vídeo aborda a relação do militarismo e da religiosidade perante os discursos e ações de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, reforçando a ascensão da extrema direita no país. Ao mesmo tempo, são exibidas imagens e gravações referentes a dois momentos que marcaram o cenário político do Brasil: os acampamentos em frente aos quartéis militares no dia seguinte às eleições de 30 de outubro de 2022 e os ataques na Praça dos Três Poderes, em Brasília, no dia 08 de janeiro de 2023.

 

 “Como é um vídeo referenciado e que pode ser compartilhado para além das plataformas e espaços acadêmicos, ganha visibilidade no universo da internet, dominado hoje por vídeos negacionistas e de desinformação. E óbvio, o volume de vídeos acadêmicos referenciados será infinitamente menor, mas dar visibilidade à ciência é um compromisso dos pesquisadores com a sociedade”, explica Oliveira.

 

O pesquisador ressalta que qualquer temática tem a possibilidade de ganhar a forma de uma comunicação audiovisual. No caso desse ensaio científico, a proposta é manter-se entre a tradição e a inovação, entre a ciência e a arte. Nesse contexto, a busca pela democratização do conhecimento é uma prioridade, tanto na emissão quanto na recepção do conteúdo abordado. 

 

A produção revela como o discurso totalitário contribui para a construção de uma religiosidade que exclui e dissemina preconceitos. Consequentemente, o ex-presidente acaba sendo um guia que age em nome da luta contra o comunismo e a favor dos valores tradicionais. O resultado é a formação de um ambiente intolerante que se contrapõe ao debate defendido pela democracia.

 

O ensaio audiovisual científico também foi apresentado recentemente no Congresso de Comunicação IAMCR (International Association for Media and Communication Research), realizado entre os dias 09 e 13 de julho, em Lyon, na França.

 

Por Fernanda Calazans 

Texto elaborado no âmbito do projeto de extensão Tornar Comum: Divulgação de ciência em comunicação e poder.

 

 

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