Ana Vitória fez história e marcou o esporte mato-grossense. A jogadora foi prata com a seleção brasileira no futebol feminino nas Olimpíadas de Paris.
A conquista faz de Ana Vitória a primeira medalhista olímpica da história de Mato Grosso, a jogadora da seleção brasileira relatou o sentimento de ser uma referência em Rondonópolis, sua cidade natal.
“Foi diferente, muito especial. Nunca tinha passado por isso na minha vida. Chegar na minha cidade e receber todo esse carinho desde o momento em que eu pisei no aeroporto, principalmente de criancinhas. Foi o que mais me encantou, eu gosto muito de ter esse contato com elas. Depois teve a festa no carro de bombeiros. Foi tudo muito especial e marcante”, destacou.

Ana Vitória definiu como foi a campanha do Brasil após ter altos e baixos na primeira fase, mas avançar em busca sonhada medalha. A jogadora que pertence ao Atlético de Madrid detalhou as classificações sobre França e Espanha, e queda para os EUA na disputa pelo ouro.
“É difícil definir em uma palavra, mas pra mim pessoalmente (eliminar a França) foi satisfatório. Contra a Espanha foi mágico. Já a final é difícil de digerir o resultado. A gente jogou bem, tivemos algumas oportunidades de gol, mais até que os EUA”, acrescentou.
Ana Vitória disputou o Mundial de 2023, realizado na Austrália e Nova Zelândia. Primeira mato-grossense a atuar em uma Copa do Mundo, a rondonopolitana já mira a edição de 2027 do torneio, que terá o Brasil como palco, sendo Cuiabá uma das sedes.
“Estou com uma expectativa muito grande de estar nela, mas é preciso direcionar. Não adianta pensar que eu quero estar na Copa, mas sim traçar o que preciso fazer para estar lá. Se eu puder jogar com a Seleção na Arena Pantanal vai ser um sonho mesmo, não pensava nisso quando eu era criança, mas que hoje seria muito especial”, finalizou a medalhista de prata em Paris 2024.





















