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ARTIGO

Anuário Estadual de Mudanças Climáticas 2026

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Olá amigas e amigos, que maravilha, vejam isto, o INSTITUTO CLIMA E SOCIEDADE, publicou a 2ª Edição do Anuário Estadual de Mudanças Climáticas, 2026, em 18 Março último, é um documento com 119 páginas, excelente, bem documentado, enfim, um acervo de informações valiosas para  todas as pessoas e organizações públicas e, principalmente, Não Governamentais, ambientalistas que  fazem parte da caminhada e luta por uma ECOLOGIA INTEGRAL e sustentabilidade, como base de um desenvolvimento nacional com Justiça Social, inclusão e participação democrática.

Como é enfatizado na apresentação e parte inicial da publicação: “O Anuário Estadual de Mudanças Climáticas 2026 não é apenas um relatório — é um convite a compreender, com clareza inédita, como o Brasil se organiza e responde à crise climática que vivemos. Em um momento em que eventos extremos deixam de ser exceção e passam a redesenhar territórios, economias e vidas, compreender como as diferentes unidades federativas estão respondendo à crise do clima tornou-se essencial.

O Anuário organiza aquilo que estava disperso, ilumina avanços que precisam ser reconhecidos e revela fragilidades que não podem mais ser ignoradas. Nas próximas páginas, o leitor encontrará dados e evidências estratégicas para decisões públicas mais inteligentes, coordenação federativa mais eficaz e uma transição climática que seja, ao mesmo tempo, ambiciosa, justa e economicamente sustentável. Este Anuário é, antes de tudo, uma ferramenta de inteligência pública. Ele transforma dados técnicos, instrumentos normativos e políticas estaduais em uma radiografia integrada da ação climática nas 27 unidades federativas. Ao reunir informações sobre planos, orçamento, governança, dados setoriais como emissões de mudança de uso da terra, agropecuária, energia, transportes, indústrias e resíduos, além de dados sobre riscos, desastres e ações de adaptação e resiliência em uma mesma plataforma analítica, o documento permite enxergar o Brasil climático como um sistema — e não como fragmentos isolados.”

Diante da destruição passada, presente e tudo leva a crer que se não barrarmos este processo criminoso, dentro em breve todos os biomas brasileiros, como a Amazônia, o Cerrado, o Pantanal, a Caatinga terão a mesma “sorte” ou azar que tiveram os biomas Mata Atlântica e Pampas, quase que totalmente destruídos ao longo de séculos de ocupação predatória desses territórios.

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Estamos nos aproximando das eleições gerais de 2026, quando serão eleitos Presidente, Vice Presidente da República, Governadores de Estado e do Distrito Federal; Dois terços do Senado, a “renovação” total da Câmara Federal e de todas as Assembleias Legislativas, ou seja, a “cúpula” dirigente do Brasil inteiro, Governos Federal e Estaduais.

Este e o momento de nós, CIDADÃOS, CIDADÃS, eleitores e eleitoras, e também, CONTRIBUINTES, exigirmos (afinal a Constituição Federal estabelece textualmente que “TODO O PODER EMANA DO POVO…” de todos os candidatos, independente de partidos e ideologias aos e `as quais estejam vinculado que as QUESTÕES SOCIOAMBIENTAIS  estejam presentes em seus “planos de governo” ou ideário político partidário e institucional.

Defender o meio ambiente e definir políticas socioambientais que respeitem nosso presente e, principalmente, nosso futuro não favor que os governantes, verdadeiros “donos do poder”, velhos e novos caciques precisam se comprometer e, depois de eleitos, executarem.

Diante disto, para bem exercermos nossos direitos, já que os nossos deveres, principalmente como contribuintes o FISCO brasileiro age com bastante voracidade, daí o símbolo da Receita Federal ser um leão, perante os contribuintes e as Instituições e órgãos de controle, verdadeiras “gatinhos”, mansinhos diante da corrupção e dos criminosos de colarinho branco em todas as instâncias da vida nacional, repito, dai a importância do conhecimento, verdadeira arma a serviço da cidadania e da democracia verdadeira e não de uma democracia de fachada, como as vezes nos querem fazer crer que tudo se resume apenas ao ato de votar e nada mais!

Vale a pensa, pois, consultar, refletir sobre o conteúdo desta importante contribuição que é oferecida gratuitamente a todos  nós, inclusive, participantes e agentes da Pastoral da Ecologia Integral, presentes em inúmeros territórios pelas mais diferentes Arquidioceses, Dioceses, Paroquias e Comunidades Eclesiais, pelo Brasil afora, onde travamos uma grande luta por um cuidado melhor com nossa Casa Comum, contra a degradação ambiental, contra o desmatamento, as queimadas, principalmente as criminosas, contra a poluição das águas, a destruição dos solos,  contra os agrotóxicos, contra a poluição do ar, contra a falta de arborização urbana,  contra os plásticos que estão destruindo nossos rios e oceanos, contra o garimpo e a mineração e o uso dos combustíveis fósseis que também estão presentes em nossos biomas e aumentando a gravidade da crise climática que está colocando todas as formas de vida, principalmente da vida humana em risco no Planeta inteiro e nos diferentes territórios em particular.

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Para lutarmos contra tudo isso e muito mais, precisamos aprofundar nossos conhecimentos sobre a natureza da crise climática, de suas causas (já mencionadas) e também de suas consequências, precisamos ampliar e aprofundar nossos conhecimentos, como instrumentos de uma luta continuada e permanente, para, então pressionarmos os governantes e instituições governamentais, por políticas públicas que atendam às necessidades de uma transformação profunda e radical dos modelos e sistemas econômicos existentes, denominados pelo Papa Francisco de “ECONOMIA DA MORTE”,  substituindo seus paradigmas (MARKETING, CONSUMISMO, OBSOLESCÊNCIA PROGRAMADA E DESPERDÍCIO) por outros que facilitem o surgimento e implementação da Economia da vida,  como a Economia de Francisco e Clara,  baseado na frugalidade, economia circular, na reciclagem, no uso de fontes alternativas renováveis de energia, em um sistema logístico moderno, eficiente e não dependência de combustíveis fósseis, na economia solidária/cooperativismo, na agroecologia, na agricultura regenerativa e outras formas e modelos de relação sociedades/seres humanos x natureza,  garantindo a sustentabilidade, a justiça social, a justiça ambiental e a justiça inter-geracional.

Grande, Abraço e sigamos juntos nesta luta, o Planeta Terra e as presentes e futuras gerações nos agradecerão muito.

Juacy da Silva é professor fundador, titular e aposentado Universidade Federal de Mato Grosso, sociólogo, mestre em sociologia, ambientalista, ativista social, articulador da Pastoral da Ecologia Integral, Região Centro Oeste.

* A opinião do articulista não reflete necessariamente a opinião do PNB Online

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