O vereador por Cuiabá, Chico 2000 (PL), foi afastado do mandato por decisão judicial nesta terça-feira (27.01) após a deflagração da Operação Gorjeta, realizada pela Polícia Judiciária Civil (PJC).
Segundo a polícia, Chico teria se associado a outros servidores da Câmara para enviar emendas para um instituto e uma empresa e receber parte do dinheiro que deveria ser gasto na realização de corridas legislativas.
O empresário João Nery Chiroli, dono da empresa Sem Limite, e o servidor público Alex Jony Silva, presidente do Instituto Brasil Central (Ibrace), também foram alvos da operação.
A justiça determinou o bloqueio inicial de R$ 676.042,32 das contas bancárias de nove pessoas físicas e jurídicas, além do sequestro de sete veículos, uma motocicleta, uma embarcação, um reboque e quatro imóveis. Ao todo,
Ao todo, foram cumpridos 75 ordens judiciais expedidas pelo Juízo do Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias de Cuiabá. Sete veículos, uma embarcação, um reboque e quatro imóveis foram bloqueados por decisão da Justiça.

Reportagem do PNB Online denunciou gastos com corridas
Reportagem publicada pelo PNB Online, em março de 2025, denunciou os gastos com emendas parlamentares para corridas de rua.
O texto mostrou que o Ibrace recebeu, desde sua criação em 2022, R$ 4,7 milhões da Prefeitura de Cuiabá de um total de R$ 5,2 milhões que foram empenhados.
O prefeito Abilio Brunini (PL) e o secretário Jeferson Carvalho Neves determinaram a dispensa de chamamento público em pelo menos um dos pagamentos ao instituto, que receberia R$ 2,4 milhões da Prefeitura em 2025.























