Agência Brasil

Desde a chegada da pandemia ao Brasil, o e-commerce tem registrado alta no país. Recentemente, o Brasil entrou para a lista dos dez países que tiveram maior aumento de vendas no varejo eletrônico, ocupando a quarta colocação, segundo estudo realizado pela empresa de pesquisa de mercado, eMarketer. Outro estudo divulgado este mês detalha a alta vivida pelo setor no país.
Nesse sentido, Mato Grosso também registrou crescimento significativo. Conforme a 44ª edição do Webshoppers, o mais amplo relatório sobre comércio eletrônico do país elaborado pela Ebit | Nielsen, a quantidade de pedidos atendidos por lojas virtuais no estado aumentou 177% no primeiro semestre de 2021, no comparativo com o mesmo período de 2020.
Por aqui, os nichos que mais tiveram pedidos nesse período foram Moda e Acessórios; Cosméticos, Perfumaria e Cuidados Pessoais e Eletrônicos. No país como um todo, os nichos com maior crescimento foram Artigos Religiosos (163,04%); Brindes Promocionais (153,42%); Sex Shop (146,53%); e Papelaria & Escritório (131,33%).
Pedro Henrique Freitas, CEO da Loja Integrada (LI), plataforma para criação de lojas virtuais gratuitas com mais de 2 milhões de e-commerces, que mapeou o comportamento do pequeno e médio lojista virtual, há uma tendência que deve permanecer mesmo diante da flexibilização das medidas de isolamento social.
“Apesar da gradativa reabertura do comércio, pudemos observar que a pandemia ainda exerce forte influência sob os setores que ainda dependem de um relacionamento presencial com o público. Por outro lado, atividades como o home-office tem potencializado a venda online de material de escritório, por exemplo, o que é muito positivo para micro e pequenos empreendedores, já que grande parte deles atua nessa área”.
Conforme o levantamento da LI, No que diz respeito às datas do varejo com maior volume de vendas realizados pelos pequenos empreendedores, o balanço da LI apontou como os campeões do semestre o Dia do Consumidor e o Dia dos Namorados. Já os estados com maior incremento no número de pedidos no período, também em relação à primeira metade do ano passado, foram Paraíba (63,42%), Santa Catarina (61,88%), Paraná (55%), Maranhão (54,68%) e Bahia (53,90%).


























