O governo Taques (PSDB) está perdendo a oportunidade de dar mais visibilidade a algumas ações que são relevantes como a parceria da MT PAR com o Escritório das Nações Unidas para Serviços de Projetos (Unops). A iniciativa aparece apenas em alguns pequenos registros na mídia, como as notas do Diário de Cuiabá abaixo:
Por iniciativa da empresa estatal MT Parcerias S.A. (MT PAR), com o apoio do Escritório das Nações Unidas para Serviços de Projetos (Unops), foi realizado, nesta sexta-feira (17), o primeiro encontro da série ‘Parcerias que Transformam‘. Prefeitos, secretários de Estado, servidores públicos, universidade, estudantes, profissionais liberais e agentes financeiros debateram as vantagens de se estabelecer Parcerias Público-Privadas (PPPs) e concessões com entidades governamentais. O objetivo do encontro é fortalecer o desenvolvimento de parcerias estratégicas para Mato Grosso.
Conforme a presidente da MT PAR, Maria Stella Conselvan, esta é a primeira vez que o governo de Mato Grosso promove uma reunião, entre distintos setores, para debater e trocar experiências sobre boas práticas e soluções efetivas que garantam a estruturação de projetos viáveis para a sociedade, por meio de parcerias entre o setor público e o privado. “Quero destacar, aqui, que este próprio encontro é resultado de uma parceria entre o governo do Estado e o Escritório de Projetos da ONU. Ano passado foi estabelecida a parceria entre o Executivo e o Unops, que torna tangível o trabalho que vem sendo realizado ao longo de um ano”, disse a presidente. Este é o primeiro escritório regional do Unops fora de Brasília.
O governador Pedro Taques e os secretários mais ligados a área de projetos precisam assumir, pessoalmente, o discurso sobre essas as ações, informando mais e melhor sobre as consequências, positivas, para Mato Grosso da realização dessas parcerias.
Um exemplo prático de oportunidade perdida: o governador Pedro Taques não compareceu à abertura do primeiro encontro da série “Parcerias que Transformam”. Se tivesse comparecido a repercussão na mídia, em óbvio, teria sido muito maior e favorável à gestão.























