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MATO GROSSO, BALCÃO DE NEGÓCIOS

Jayme deve dar nomes dos “bacanas” envolvidos em esquemas

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O senador Jayme Veríssimo de Campos (União) fez recentemente duas denúncias, graves, que carecem da devida transparência. Uma é de um crime contra o interesse público. O senador precisa formalizar a denúncia sob pena de prevaricar. A outra é uma denúncia de esquema eleitoral, que expõe as entranhas do poder econômico, afetando o jogo democrático em Mato Grosso. O senador criou um bordão acusatório para esta gente envolvida em ambas as denúncias que fez: são os “bacanas”, ricos e poderosos, que transformaram o estado no atual governo num balcão de negócios particulares. Jayme tem que dar os nomes destes “bacanas”.

Denúncia 01 de Jayme: esquema dos bacanas de enriquecimento com terras públicas.

O senador Jayme Campos (União) fez graves denúncias recentes, no final de 2025, a respeito de irregularidades na gestão de terras públicas em Mato Grosso, afirmando que “bacanas” enriqueceram ao receber terras do Governo do Estado na gestão do governador Mauro Mendes (União). Quais bacanas participaram deste esquema? Qual a responsabilidade do governo Mauro Mendes?  A acusação de enriquecimento com Terras Públicas (2025) sem nominar os envolvidos cai no vazio e descredencia politicamente o senador Jayme Campos. Se realmente pessoas influentes (“bacanas”) enriqueceram em Mato Grosso, com o recebimento ou regularização facilitada de terras que pertenciam ao Estado, é preciso que a denuncia seja investigada. Não pode ficar apenas no palavrório vazio e engraçado.

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Denúncia 02 de Jayme: bacanas fazem jogo sujo na política de Mato Grosso

O senador Jayme Campos, segundo informou o site Gazeta Digital, denunciou à imprensa movimentações peculiares de um grupo de políticos que tentam lançar candidatura ao governo, mas de forma sorrateira e com coronelismo. Sem citar nomes, Jayme alertou que existem “bacanas”, que se portam como donos de Mato Grosso para impor candidatura, como se o estado fosse uma fazenda e promovem a imposição nos bastidores.

“Meu nome está à disposição. Não estou impondo nenhuma candidatura. Muito pelo contrário. Eu não faço política de cúpula. Reúne 5 ou 6 bacanas e se acham donos do Mato Grosso. O que quer é transformar o Mato Grosso numa verdadeira fazenda, que senta lá o patrão e define quem vai ser o gerente, quem vai ser o capataz. O Mato Grosso tem que ser livre. Nós temos que ser democráticos, fazer aquilo que certamente é importante”, denunciou Campos sem também dar os nomes destes “bois bacanas”. Na matéria, o site Gazeta Digital especula para quem foi o recado dado pelo senador: “Apesar da indireta, o disparo atingiu o endereço do Palácio Paiaguás”.

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