De acordo com o Delegacia de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá, responsável pela investigação, o grupo utilizava a loja de comércio de celulares como uma empresa de fachada, com o papel de comercializar aparelhos a integrantes de uma facção criminosa, os quais, posteriormente, promoviam a inserção desses dispositivos eletrônicos no ambiente prisional, inclusive por meio do uso de drones. Além disso, a estrutura criminosa também estaria envolvida no comércio ilegal de armas de fogo.
Conforme a investigação, no esquema ilícito, havia integrantes responsáveis pela intermediação desse sistema e outros que eram encarregados diretamente de proceder a destinação dos aparelhos aos detentos, integrantes do grupo criminoso, dentro dos presídios.
O objetivo das buscas e apreensões domiciliares era localizar e arrecadar aparelhos celulares em posse dos investigados, bem como veículos automotores, joias, elevados valores em espécie, aparelhos eletrônicos vinculados à loja de fachada e outros bens de alto valor, visando a descapitalização do grupo e o fortalecimento das provas colhidas na investigação.

Além da arma de fogo, foram apreendidos munições, dinheiro em espécie a contabilizar, aparelhos celulares sem procedência, dezenas de comprimidos de drogas sintéticas e quatro veículos automotores. Duas pessoas foram conduzidas até a Derf, em flagrante, para a realização dos procedimentos legais cabíveis.
A operação contou com apoio da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil e do Canil do Canil do Serviço de Operações Especiais (SOE) da Polícia Penal.

Fonte: Policia Civil MT – MT























