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RETIRADA DOS GARIMPEIROS

Operação combate garimpo ilegal na terra indígena de Sararé

No interior da TI Sararé foram inutilizadas 17 pás carregadeiras e 17 motores de dragagem, além de terem sido localizadas diversas estruturas de madeira usadas pelos garimpeiros como bases.

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A Polícia Federal concluiu nesta sexta-feira (15.12) a Operação Mamon. A ação teve o objetivo de reprimir crimes ambientais de extração ilegal de ouro e usurpação de bens da União ocorridos no interior da Terra Indígena Sararé situada no município de Pontes e Lacerda (444 km de Cuiabá). Segundo a PF, foram três dias de incursões pela floresta com a finalidade de promover a retirada dos garimpeiros que atuam na região de forma ilegal, bem como inutilizar maquinários e destruir utensílios utilizados na atividade criminosa.

De acordo com a Polícia Federal, nessa etapa dos trabalhos de repressão e fiscalização no interior da TI Sararé foram inutilizadas 17 pás carregadeiras e 17 motores de dragagem, além de terem sido localizadas diversas estruturas de madeira usadas pelos garimpeiros como bases. A medida foi necessária, diante das circunstâncias, para evitar o uso e aproveitamento indevido desses bens, encontrados em toda a extensão da área protegida, cuja remoção mostrou-se inviável. Os prejuízos estimados para a organização criminosa com a destruição dos equipamentos são da ordem de R$ 20 milhões.

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Concomitantemente, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, em propriedades rurais que fazem limite com a TI Sararé, para a apuração de indícios de que sejam utilizadas como base para os criminosos e acesso ilegal ao território indígena, tanto de pessoas quanto dos maquinários.

A Operação Mamon contou também com a participação do Ibama, Funai, Força Nacional e do Centro Integrado de Operações Aéreas de Mato Grosso (Ciopaer), em todo planejamento e execução do trabalho. A articulação e integração entre as instituições possibilitam a otimização dos meios e do capital humano empregados, com economia dos recursos públicos envolvidos.

A operação foi realizada em conjunto com a Operação Ágata Fronteira Oeste II do Exército Brasileiro. Foram utilizadas aeronaves para o acompanhamento e proteção das equipes que atuaram em solo. Durante as buscas aéreas foram localizados maquinários e petrechos utilizados pelos criminosos, muitos dos quais estavam escondidos nas matas.

De acordo com a Polícia Federal, as investigações continuam para a análise dos elementos colhidos durante as buscas, com a finalidade de identificar os financiadores dessa atividade ilegal, além de descapitalizar as organizações criminosas que, ao atuarem com impactos sobre a Terra Indígena Sararé, causam danos ambientais irreversíveis.

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