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DITADURA MILITAR

Prefeito trabalha pouco e produz muita desinformação e deboche

Decididamente, Abilio não desceu do palanque e continua dividindo os cuiabanos entre esquerda e extrema direita, entre os que são da turma dele e os que só merecem desprezo.

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O prefeito de Cuiabá ocupa seu tempo, desde sempre, como político-celular incansável, imparável e inconsequente. Faz muitos vídeos e trabalha pouco; faz muito fuxico ideológico e trabalha pouco; faz muitas falácias e trabalha pouco; produz muita desinformação e trabalha pouco. Decididamente, Abilio não desceu do palanque, e continua dividindo os cuiabanos entre esquerda e extrema direita, entre os que são da turma dele e os que só merecem desprezo. Debocha do juramento feito como prefeito eleito, de ser o prefeito de todas, todos e todes, sem distinção. Cuiabá dividida foi jogada no abismo da extrema direita.

O prefeito de CuiabáAbilio Brunini (PL), defende a anistia “ampla, geral e irrestrita” para todos os envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023, em Brasília. Segundo ele, não houve tentativa de golpe e, por isso, não tem porque haver uma anistia parcial, como é negociado por alguns setores no Congresso. 

FATO. A destruição em Brasília no 8 de janeiro foi PARTE DO GOLPE. Foi uma ação organizada pela extrema direita bolsonarista dentro do plano de tentativa de golpe liderado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. A multidão foi usada como massa de manobra. Nunca antes tantas pessoas foram usadas e abusadas na sua crença de que a volta da ditadura seria uma bênção divina. Não é! A ditadura, seja ela de direita ou esquerda, é o diabo na terra dos homens. Como sempre, a fé foi usada por Bolsonaro para seus interesses pessoais.

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FALÁCIAS ABILIANAS. O prefeito de Cuiabá tenta misturar coisas diferentes. Usa argumentos falaciosos, mentirosos na essência. Quando tudo vale a mesma coisa, nada vale nada, essa é a estratégia diversionista do líder da extrema direita em Mato Grosso. Abilio vai ao passado para construir um argumento falacioso: “lá no passado, eles buscaram anistia, mas para terroristas que explodiram um banco, terroristas que aplicaram um monte de ações durante o período do que eles chamam de ditadura, mas que era o regime militar”, disse, sem medo do ridículo da afirmação.

“REGIME MILITAR” É O NOME SUAVE DE DITADURA MILITAR. Cabe ao prefeito de Cuiabá explicar a diferença entre ditadura e regime militar. Um “regime militar” faz parte da democracia da vida civil? Os generais foram eleitos presidentes por pessoas ou impostos pela força das baionetas e tanques? Até o chefe dele, o ex-presidente Jair Bolsonaro não teve esse cinismo. Bolsonaro sempre deu o nome certo da coisa: ditadura! Vale lembrar: Bolsonaro reclamou publicamente que a ditadura “matou pouco”, segundo ele, “tinha que ter matado mais gente”. 

Bolsonaro, sem papas na língua, afirmou: “o erro da Ditadura foi torturar e não matar”. Abilio concorda com o apelo da matança feito por Bolsonaro? Abilio acha então que o ex-presidente, afinal, é esquerdista por chamar o regime militar de ditadura?

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Do Buraco da Memória. E por falar em “terrorismo”, Abilio poderia lembrar o passado terrorista de Jair Bolsonaro. Ele foi acusado, quando estava no Exército, de tentar explodir bombas em quartéis e em prédios civis para aumentar os soldos dos militares. Só se salvou da condenação como terrorista por conta de um julgamento camarada que salvou a pele dele. 

Dezesseis de junho de 1988. Por 9 votos a 4, o então capitão do Exército Jair Messias Bolsonaro é absolvido pelo Superior Tribunal Militar (STM). Cinco meses antes, em janeiro, um conselho de justificação do Exército o considerara culpado, por 3 a 0, por ter tido “conduta irregular e praticado atos que afetam a honra pessoal, o pundonor militar e o decoro da classe”. 

Como afirmou pesquisador da história das Forças Armadas, João Roberto Martins Filho, o então capitão Jair Bolsonaro só não foi punido porque se percebeu uma grande insatisfação nos setores mais baixos do Exército e houve certo receio de transformar o caso num polo de agitação. Então ele acabou sendo afastado da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais e com isso não poderia mais progredir na carreira. Bolsonaro era desprezado nos escalões maiores. 

O general Ernesto Geisel falava que Bolsonaro era um péssimo militar, por exemplo. Seria o general Geisel um esquerdista infiltrado para queimar a imagem do capitão? 

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