Conforme a denúncia do tenente-coronel PM José Henrique Costa Soares, o escrivão pressionado pelo coronel PM Alexandre Lesco (Casa Militar) para monitorar o desembargador Orlando Perri, o secretário de Segurança Pública afastado, Rogers Jarbas, teria prometido promovê-lo a coronel se prestasse os seviços para o grupo que tentava forjar falsas provas que pudessem ser usadas para causar a suspeição de Perri, que é o relator do caso das interceptações clandestinas da Polícia Militar (PMMT) que fez uso de “barriga de aluguel” para ouvir políticos, advogados, médicos, servidores e um jornalista no estado no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).






















