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POLÍTICA

Mato Grosso vai votar em político que “rouba, mas faz”?

A tensão entre eficiência de entrega e probidade administrativa permanece como um dilema recorrente no debate eleitoral brasileiro. Em Mato Grosso o dilema é real, votar ou rejeitar o candidato conhecido como um político tocador de obras, mas envolvido em crimes de corrupção. Nunca na história recente do estado este risco hoje é tão forte: eleger mais um político desta linhagem podre do “rouba, mas faz”.

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NADA PESSOAL

Nada Pessoal com Valdinei Mauro de Souza