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POLÍTICA

Liberdade para o patrão explorar o empregado: a morte dos direitos trabalhistas

Sob o verniz de dar “voz” ao trabalhador, o modelo defendido pelo candidato a presidente Flávio Bolsonaro da extrema direita retira do sujeito a rede de segurança coletiva e o coloca em uma posição de extrema vulnerabilidade, onde aceitar condições rebaixadas é apresentado como uma “escolha pessoal” e não como a única alternativa imposta pela assimetria do mercado de trabalho. O trabalhador brasileiro parece caminhar mansamente para cair nesta cilada: a da liberdade total para o patrão explorar o empregado. É a morte anunciada dos direitos trabalhistas.

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NADA PESSOAL

Nada Pessoal com Valdinei Mauro de Souza