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PESQUISA DO IBGE

MT tem alta de 12,5% na renda média da população e queda na desigualdade

Conforme pesquisa, o rendimento médio real de todas as fontes da população de Mato Grosso em 2023 era de R$ 3.024 e em 2024 foi de R$ 3.402.

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MT tem alta de 12,5% na renda média da população e queda na desigualdade
MT tem alta de 12,5% na renda média da população e queda na desigualdade (Foto: Governo de Mato Grosso)

Dados divulgados nesta quinta-feira (08.05) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que a população de Mato Grosso teve um crescimento de 12,5% na renda média real de todas as fontes em 2024 em comparação ao ano anterior, enquanto a desigualdade social registrou queda. As informações integram a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (PNAD-C). 

Conforme a pesquisa, o rendimento médio real de todas as fontes da população de Mato Grosso em 2023 era de R$ 3.024 e em 2024 foi de R$ 3.402. O novo número fez Mato Grosso alcançar a 7ª posição entre os estados do Brasil e ficar acima da média nacional, que foi de R$3.057. Ficaram à frente do estado apenas: Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná.

Os dados também apontam que Mato Grosso conseguiu reduzir a desigualdade social entre um ano e outro. Quando avaliado o índice de Gini, o estado registrou 0,442, sendo o segundo menos desigual do país, atrás apenas de Santa Catarina (0,431). O desempenho contrasta com o Distrito Federal, que, apesar do maior rendimento médio (R$ 5.147), tem o pior índice de Gini (0,547).

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O índice adotado pelo IBGE é uma medida que quantifica a desigualdade de renda em uma sociedade, variando de 0 a 1. Um valor próximo de 0 indica uma distribuição de renda muito igualitária, enquanto que um valor próximo de 1 indica uma desigualdade muito alta. 

De acordo com a pesquisa,  ainda há diferentes níveis de desigualdade econômica no país, pois enquanto o índice era de 0,412 em Santa Catarina, o Distrito Federal atingiu 0,535, uma diferença de 35,4%. Piauí, Pernambuco e Rio Grande do Norte foram os estados com maiores desigualdades, assim como o Sergipe e a Paraíba. 

Mais sobre a pesquisa

A PNAD-C, divulgada nesta semana, apresenta informações gerais sobre os rendimentos provenientes de todos os trabalhos e de outras fontes não oriundas do trabalho dos moradores no país, captadas durante 5 visitas em cada domicílio selecionado. No Brasil, a PNAD-C visita, trimestralmente, 211.344 domicílios, com recorte de amostragem espalhada em todo o Território Nacional. Em Mato Grosso, são cerca de 5.500 domicílios visitados a cada trimestre.

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