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CARBONO OCULTO

Beto Louco do PCC fraudou R$ 23 milhões em ICMS de Mato Grosso

Outra operação realizada em maio deste ano, revelou que Beto Louco e seu sócio liderava um esquema de sonegação fiscal.

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Roberto Augusto Lemes da Silva, o “Beto Louco”, suspeito de liderar um megaesquema nacional da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), tinha negócios em Mato Grosso e chegou a ser denunciado pelo Ministério Público do Estado. Beto Louco é foragido da Operação Carbono Oculto, deflagrada nesta quinta-feira (28.08) pela Polícia Federal.

Uma força-tarefa nacional com cerca de 1.400 agentes cumpre mandados de busca, apreensão e prisão em oito estados para desarticular um esquema criminoso bilionário no setor de combustíveis, comandado por integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

A megaoperação Carbono Oculto é a junção de três operações e acontece em São Paulo, Mato Grosso, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio de Janeiro e Santa Catarina. O grupo sonegou mais de R$ 7,6 bilhões em impostos federais, estaduais e municipais, segundo autoridades da Fazenda de SP.

Atividades ilícitas em Mato Grosso

Outra operação, realizada em maio deste ano, revelou que Beto Louco e seu sócio, Alexandre Wonharath da Gama e Silva, lideravam um esquema de sonegação fiscal no setor de combustível em Mato Grosso.

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O esquema foi realizado graças à utilização de fraudes em cartórios para acrescentar uma fazenda inexistente na lista de bens da empresa Egcel/NeoVG Derivados de Petróleo S/A visando inflar seu capital social para ingressar no Prodeic, programa do governo de isenção fiscal.

Beto Louco tornou-se sócio da empresa através do JNC Fundo de Investimento em Participações – Capital Semente, um fundo de investimentos investigado pela Operação Barril Vazio.

“O capital social da NEOVG/EGCEL está lastreado em propriedades adquiridas com documentos falsificados e notas promissórias fictícias, criadas com o intuito de mascarar sua real situação financeira. Esse esquema fraudulento não apenas viabilizou a prática contínua de infrações penais, mas também causou um prejuízo fiscal expressivo ao Estado de Mato Grosso, que deixou de arrecadar R$ 15.603.963,09. Atualizado até 30/01/2024, esse montante alcançou R$ 28.973.647,97, referente ao período compreendido entre setembro de 2022 e setembro de 2023”, diz trecho das investigações do MP, reveladas em maio deste ano.

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