Pesquisar
Close this search box.
QUEDA DO TARIFAÇO

Acrimat vê retirada de tarifa pelos EUA como alívio para pecuária e espera reação no preço da arroba

A sobretaxa havia sido imposta em julho por ordem do presidente Donald Trump e afetava diretamente a exportação de proteína animal, um dos principais itens da pauta agropecuária do país.

Publicidade

Foto por: Assessoria/Sedec

A suspensão da tarifa de 40% sobre a carne bovina brasileira pelos Estados Unidos repercutiu no setor pecuário. Para a Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), a medida representa um “respiro” depois de meses de incertezas e pressão sobre o mercado. A sobretaxa havia sido imposta em julho por ordem do presidente Donald Trump e afetava diretamente a exportação de proteína animal, um dos principais itens da pauta agropecuária do país.

Ao PNB Online, o presidente da entidade, Oswaldo Pereira Ribeiro Jr, afirmou que a decisão americana “é uma boa notícia para a pecuária nacional” e atribuiu a suspensão à necessidade dos EUA de recompor a oferta doméstica de carne. Segundo ele, a escalada de preços no mercado americano, somada à reação negativa dos consumidores, levou o governo Trump a recuar do chamado “tarifaço”.

O presidente destacou que os EUA eram, antes da sobretaxa, o segundo maior destino da carne bovina brasileira, atrás apenas do bloco China–Hong Kong. “Nossos concorrentes diretos não conseguiram suprir adequadamente esse mercado”, afirmou. Para a Acrimat, a retomada das vendas sem a alíquota extra deve beneficiar o produtor. “Esperamos que essa suspensão reflita nos preços da arroba pagos ao pecuarista e que o fim de 2025 e o início de 2026 tragam boas notícias ao setor”, disse.

Leia Também:  Cesta básica apresenta queda de preço após bater mais um recorde em Cuiabá

A decisão americana foi oficializada por meio de ordem executiva publicada pela Casa Branca. No texto, Trump afirma que a retirada das tarifas ocorreu após conversa telefônica com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na qual os dois concordaram em abrir negociações para tratar dos pontos levantados no decreto que havia estabelecido as cobranças extras.

O governo dos EUA também considerou recomendações de suas próprias agências, que acompanham o estado de emergência declarado no decreto inicial. De acordo com a publicação, houve “progresso inicial” nas conversas com o Brasil, o que justificaria a exclusão de determinados produtos agrícolas, entre eles café, cacau, frutas tropicais, sucos e carne bovina, da alíquota adicional de 40%.

A Casa Branca divulgou ainda um anexo listando todos os itens liberados do imposto extra. No documento, Trump afirma que as alterações são “necessárias e apropriadas” para lidar com a emergência nacional declarada anteriormente.

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

Publicidade

Publicidade

Publicidade

NADA PESSOAL

Nada Pessoal com o Deputado Estadual Wilson Santos

Informe Publicitário

Informe Publicitário

Informe Publicitário

Informe Publicitário

Publicidade

NADA PESSOAL

Nada Pessoal com Valdinei Mauro de Souza