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Com a Embrapa, a Baixada Cuiabana entra no mapa do agro

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O ministro da Agricultura, senador Carlos Fávaro (PSD), inaugura neste sábado (21/03) a unidade de pesquisa da Embrapa no município de Nossa Senhora do Livramento. A pesquisa é uma alavanca para o desenvolvimento da Baixada Cuiabana e de municípios de outras regiões do estado que tem potencial para o desenvolvimento, mas que ainda hoje estão à margem do agronegócio. 

A pesquisa aplicada pode resolver, a médio prazo, um problema antigo de Mato Grosso: o desequilíbrio regional. O objetivo é superar a enorme diferença do poder econômico dos municípios ricos do agro em relação aos municípios que estão à margem da riqueza gerada pela produção agrícola. Os pequenos produtores ganham um apoio importante. É um jogo de ganha-ganha.

PRESIDENTE LULA

A instalação da Embrapa na Baixada Cuiabana era uma promessa de campanha do presidente Lula feita na sua campanha de 2020 que hoje é realidade. Unidade Mista de Pesquisa e Inovação (Umipi) da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) na Baixada Cuiabana funcionará onde antes era a estação experimental de piscicultura da Empaer. 

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A Unidade Mista da empresa brasileira de pesquisa consiste em um modelo de atuação no qual há cooperação entre instituições por meio do compartilhamento de infraestrutura e recursos humanos e financeiros.

A inauguração da unidade da Embrapa traz várias vantagens estratégicas para Mato Grosso, especialmente para a região da Baixada Cuiabana.

FORTALECIMENTO DA AGRICULTURA FAMILIAR

A unidade tem foco direto nos pequenos produtores, que são maioria na região.

  • Transferência de tecnologia e conhecimento
  • Aumento da produtividade e renda no campo
  • Projetos como distribuição de alevinos e hortas tecnológicas

Isso ajuda a reduzir desigualdades e fixa o produtor no campo. 

DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO REGIONAL

A chegada da Embrapa é vista como um “divisor de águas” para a economia local.

  • Investimento de cerca de R$ 53 milhões
  • Geração de empregos diretos e indiretos
  • Dinamização da economia da Baixada Cuiabana

A ideia é “resgatar a força econômica da região”, que ficou para trás em relação a outras áreas do estado.

INOVAÇÃO E TECNOLOGIA NO CAMPO

A unidade vai atuar como um centro de pesquisa aplicada.

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Principais áreas:

  • Fruticultura
  • Mandiocultura
  • Piscicultura
  • Horticultura
  • Sistemas agroflorestais e integração lavoura-pecuária-floresta

 Isso moderniza a produção e aumenta a competitividade do agro local. 

 AUMENTO DA PRODUÇÃO E DIVERSIFICAÇÃO

Com apoio técnico, os produtores podem diversificar e agregar valor:

  • Incentivo à piscicultura (forte na região)
  • Produção de alimentos mais variados
  • Uso de certificações e indicação geográfica

Isso melhora preços, mercados e sustentabilidade. 

CAPACITAÇÃO E ASSISTÊNCIA TÉCNICA

A Embrapa pesquisa e ensina.

  • Treinamento contínuo para agricultores
  • Parcerias com instituições como o IFMT
  • Difusão de práticas sustentáveis

Resultado: produção mais eficiente e menos dependente de tentativa e erro. 

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