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RESSENTIMENTO

Classificada em 529ª lugar em medicina na UFMT, candidata diz que universidade é “lixo” e professores “usam drogas”

Sem apresentar provas ou indícios de provas, enfermeira fez discurso com acusações contra professores e contra a instituição.

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Classificada na posição 529º para a transferência para o Curso de Medicina da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), a enfermeira Ívina Angélica Ferreira Dodô, pré-candidata a deputada federal, chamou a universidade de “lixo” e difamou os professores da instituição acusando, sem provas, de que os docentes “usam drogas”.

A fala foi feita em reunião em que Ívina participou ao lado da vereadora Michelly Alencar (União) no condomínio de luxo Brasil Beach. Formada em enfermagem pela Universidade de Várzea Grande, em 2009, Ívina tentou a transferência para a UFMT em 2016, quando a instituição abriu 14 vagas para o curso de Medicina. A enfermeira no entanto, ficou em 529ª lugar.

“Hoje nós temos universidades federais que um dia foi orgulho para muitos, que eu acabei de formar sanitarista na minha terceira graduação, e que hoje eu mantenho meus filhos em escola pública porque eu quero poder pagar uma universidade particular para eles porque eu não quero eles naquele lixo que se transformou aquilo ali”, afirmou Ívina em referência à UFMT.

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Depois de ser recusada no curso de medicina, Ívina foi aprovada para cursar Saúde Coletiva. Ela formou-se em 2022 na instituição. Segundo ela, foi “doloroso” se formar na UFMT.

“Foi muito doloroso para mim lutar para concluir aquela faculdade porque era abominável se manter ali dentro, você vê professores usando drogas com seus filhos, você vê um jovem entrando ali e em seis meses está totalmente transfigurado”, afirmou.

O que diz Ívina

A reportagem procurou Ívina para esclarecer a acusação de que professores da universidade “usam drogas” e, se possível, apresentar provas das acusações.

A enfermeira afirmou que apenas tentou a transferência do curso de Saúde Coletiva para Medicina. Em contato com a reportagem, ela reafirmou a informação de que “professores usam droga”, alegando que isso ocorre pela “pela doutrinação e conduta sim” e “pela coerção dos professores a indução sobre seus projetos”. Questionada sobre provas, Ívina disse que “presenciou” a utilização de drogas durante um lual.

 

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