Pesquisar
Close this search box.
ACOMPANHE AO VIVO

Primeiro réu por morte de Renato Nery é julgado nesta quarta em Cuiabá

Alex Roberto de Queiroz Silva é acusado de efetuar os disparos contra o advogado; sessão iniciada às 9h tem transmissão ao vivo pelo TJMT no YouTube.

Publicidade

(Imagem: TJMT)

O caseiro Alex Roberto de Queiroz Silva, acusado de efetuar os disparos que mataram o advogado Renato Gomes Nery, é julgado nesta quarta-feira (15.07) pelo Tribunal do Júri de Cuiabá. A sessão começou às 9h, no plenário do júri do Fórum da capital, e é transmitida ao vivo pelo canal oficial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) no YouTube. Acompanhe ao vivo ao final desta matéria. 

Alex é o primeiro dos seis denunciados pelo crime a sentar no banco dos réus. Ele responde por homicídio qualificado e crimes conexos. A culpa ou inocência será decidida pelo Conselho de Sentença, formado por jurados.

Segundo a denúncia do Ministério Público, Renato Nery foi morto porque sua atuação em uma disputa judicial envolvendo uma propriedade rural contrariou os interesses econômicos dos supostos mandantes do crime. A acusação sustenta que o homicídio foi encomendado por R$ 200 mil.

Conforme as investigações, Alex teria aguardado a chegada do advogado ao escritório, na avenida Fernando Corrêa da Costa, em Cuiabá, e efetuado os disparos quando a vítima desembarcava do veículo. Em seguida, fugiu em uma motocicleta. A ação foi registrada por câmeras de segurança, e as imagens passaram a integrar o conjunto de provas reunido pela Polícia Civil.

Leia Também:  Primeiro réu do assassinato de Renato Nery vai a júri popular nesta quarta

Ainda de acordo com o Ministério Público, o suposto executor teria sido recrutado pelo policial militar da Rotam Heron Teixeira Pena Vieira, apontado como um dos intermediários da execução.

Durante o julgamento, estão previstas as oitivas de cinco testemunhas de acusação: os delegados Bruno Sérgio Magalhães Abreu e Caio Fernando de Albuquerque, responsáveis pelas investigações; o escrivão Davi Padilha Nogueira; Kaster Huttner Garcia; e Lívia Moreira Gomes Nery, filha da vítima.

Disputa por terra

A investigação da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) concluiu que o assassinato teria sido motivado por uma disputa judicial envolvendo uma propriedade rural em Novo São Joaquim, a 448 km de Cuiabá.

Segundo a denúncia, Julinere Goulart Bastos e César Jorge Sechi, apontados como mandantes do homicídio, teriam decidido matar Renato Nery após sofrer uma derrota em um processo conduzido pelo advogado, que teria provocado prejuízos financeiros.

Para executar o crime, segundo a acusação, o casal teria contratado os policiais militares Jackson Pereira Barbosa, Ícaro Nathan Santos Ferreira e Heron Teixeira Pena Vieira. Eles são acusados de organizar a execução, recrutar o atirador, intermediar os pagamentos e fornecer a arma usada no homicídio.

Leia Também:  Boletim aponta queda nos casos de dengue e chikungunya em Cuiabá

Julinere, César e os três policiais militares permanecem presos preventivamente e também deverão responder perante o Tribunal do Júri.

Renato Nery, de 72 anos, foi atingido por tiros em 5 de julho de 2024, em frente ao escritório onde trabalhava, em Cuiabá. O crime teve ampla repercussão em Mato Grosso, tanto pelas circunstâncias da execução, ocorrida em plena luz do dia em uma das principais avenidas da capital, quanto pelo envolvimento de policiais militares entre os investigados.

A sessão desta quarta integra o programa Mais Júri, coordenado pela Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso, e é presidida pelo juiz Marcos Faleiros da Silva.

Acompanhe ao vivo: 

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

Publicidade

Publicidade

Publicidade

NADA PESSOAL

Nada Pessoal com o Deputado Estadual Wilson Santos

Informe Publicitário

Informe Publicitário

Informe Publicitário

Informe Publicitário

Publicidade

NADA PESSOAL

Nada Pessoal com Valdinei Mauro de Souza