
O Conselho Estadual de Povos e Comunidades Tradicionais de Mato Grosso (CEPCT-MT) lançou, na sexta-feira (17.07), o Mapeamento Social de Povos e Comunidades Tradicionais de Mato Grosso, estudo que reúne informações sobre localização, características socioeconômicas, culturais e territoriais de diferentes grupos tradicionais do estado. A publicação foi elaborada em parceria com a Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) e a Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat).
Segundo os organizadores, o levantamento busca ampliar a visibilidade de povos e comunidades tradicionais, além de oferecer uma base técnica para a formulação e implementação de políticas públicas voltadas à garantia de direitos. O documento também pretende fortalecer a atuação do próprio conselho na definição de prioridades para o setor.
O mapeamento reúne dados obtidos por meio de oficinas, reuniões, encontros com lideranças, aplicação de questionários e pesquisa documental. Ao todo, foram realizadas 53 oficinas e encontros em diferentes regiões de Mato Grosso, mobilizando cerca de 1.217 participantes entre lideranças comunitárias, pesquisadores e representantes do poder público.
A obra está organizada em capítulos dedicados a diferentes segmentos, como povos indígenas, quilombolas, comunidades de terreiro e matriz africana, povos ciganos, extrativistas, retireiros do Araguaia e comunidades morroquianas, entre outros. Confira a obra na íntegra neste link.
Comendas honoríficas

Durante a cerimônia de lançamento, o Conselho Estadual de Povos e Comunidades Tradicionais de Mato Grosso também entregou comendas honoríficas para reconhecer profissionais, lideranças, iniciativas e instituições que atuam na defesa e valorização dos povos e comunidades tradicionais no estado.
Entre os homenageados estavam os comunicadores Elias Neto, Lorraine Costa, Priscila Soares, Fernanda Fidelis e Safira Campos, repórter do PNB Online. Os profissionais foram reconhecidos pela contribuição à divulgação de pautas relacionadas aos direitos, à cultura e à visibilidade dos povos e comunidades tradicionais mato-grossenses.

























