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MT segue em penúltimo lugar no ranking de vacinação contra a covid-19

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Prefeitura de Várzea Grande

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Apenas 8,43% da população de Mato Grosso recebeu pelo menos uma dose das vacinas Astrazeneca/Fiocruz ou CoronaVac até o momento. É o segundo pior resultado proporcional entre as unidades federativas brasileiras. De acordo com dados da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), até esta semana, o estado recebeu do Ministério da Saúde (MS) 618.760 doses de imunizantes e aplicou 297.321.

 

Conforme o ranking, o estado que mais vacinou até esta sexta-feira (16.04), proporcionalmente à sua população, foi Rio Grande do Sul, que já conseguiu aplicar pelo menos a primeira dose em 16,64% da população. O estado é seguido por Mato Grosso do Sul (14,39%), Paraíba (13,79%), Espírito Santo (13,56%), Bahia (13,43%), São Paulo (12,82%), Amazonas (12,38%) e Alagoas (11,92%). Pior que Mato Grosso, apenas o Amapá (8,38%). 

 

Por aqui, o número de doses aplicadas corresponde a 48,05% das doses já recebidas do Ministério da Saúde. Nos últimos dias, as prefeituras das duas maiores cidades do estado, Cuiabá e Várzea Grande, abriram novos postos de vacinação com o intuito de aumentar o ritmo de aplicação das doses e evitar aglomerações. Os gestores afirmam, entretanto, que o número de doses disponibilizadas é baixo e que por isso não há como aplicar um quantitativo muito maior do que o que já está sendo aplicado diariamente. 

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Conforme o Ministério da Saúde, a capital já aplicou 82.165 doses das 122.067 recebidas. Logo em seguida vem Rondonópolis, que aplicou 30.749 doses, das 38.889 recebidas. Já Várzea Grande, recebeu 42.041 doses, mas só aplicou 18.812 até o momento. Sinop recebeu 21.995 e aplicou 14.885. Cáceres recebeu 18.536 e aplicou 10.033. 

 

Cenário Nacional

 

Em todo Brasil, o Ministério da Saúde já distribuiu mais de 48 milhões de doses de vacina contra a covid-19 em todo o país desde o início da campanha.  Quase 33 milhões dessas doses já foram aplicadas. Cerca de 24 milhões receberam a primeira dose e 8 milhões já receberam a segunda. O ritmo é considerado lento e vai de encontro à promessa do antigo ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que chegou a afirmar que metade da população brasileira estaria vacinada até julho deste ano. 

 

O atual ministro, o médico cardiologista Marcelo Queiroga, tem evitado estipular prazos fixos, como fazia seu antecessor. Apesar disso, nesta semana, o chefe da pasta anunciou que a Pfizer vai antecipar, para o primeiro semestre, a entrega de 2 milhões de doses da vacina contra covid-19 para o Brasil. O governo brasileiro tem um contrato com a farmacêutica para a entrega de 100 milhões de doses até o final do ano.

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