O juiz Wladymir Perri, da 12ª vara criminal de Cuiabá, recebeu a denúncia e tornou réu Almir Monteiro dos Reis, assassino da advogada Cristiane Castrillon da Fonseca Tirloni, que foi morta e deixada dentro do seu carro no Parque das Águas, na capital. O crime ocorreu em agosto deste ano. O acusado virou réu por homicídio qualificado, estupro e fraude processual.
O juiz do caso deferiu o pedido de habilitação da filha da vítima como assistente de acusação.
“Hei de deferir a pretensão, justamente pelo grau de parentesco existente com a vítima, dessa forma, dou por habilitado seus advogados para atuarem no presente feito eletrônico, para tanto, deverá proceder com as devidas anotações”, diz parte da decisão.
A denúncia citava quatro crimes cometidos por Almir, porém o magistrado do caso acatou três deles, excluindo o delito de ocultação de cadáver.
“O fato de ter havido mero transporte do corpo da vítima de homicídio, de um local para outro, com o seu abandono muito próximo a uma via pública, não configura a conduta “ocultar cadáver””, diz trecho do documento.
Sobre os demais crimes, acatados pelo juiz, ele explica que o homicídio qualificado se comprova pois há testemunhas e câmeras de segurança evidenciando que Almir foi a última pessoa a ser vista com a vítima. O estupro está qualificado uma vez que o crime ocorreu pela resistência da vítima em manter relação com o acusado. E por último, a fraude processual, ficou claro que o réu lavou a cena do crime e também transportou a vítima.




















