
A Delegacia de Chapada dos Guimarães divulgou, nesta sexta-feira (17.11), uma nota destacando divergências entre o depoimento de uma testemunha e o laudo da morte de Elaine Stelatto Marques, empresária que morreu no lago do Manso em 13 de outubro, no município de Chapada dos Guimarães.
Segundo o relato do acompanhante de Elaine, ambos estavam no lago quando uma falha mecânica no motor do barco interrompeu o passeio. Durante o processo de guinchar a embarcação de volta à margem, Elaine, com uma corda amarrada à cintura, teria decidido entrar na água. Conforme o depoimento, ondas no lago provocaram desequilíbrio e resultaram no afogamento de Elaine, apesar dos esforços do acompanhante em socorrê-la.
No entanto, a Delegacia de Chapada dos Guimarães informou que as investigações sobre a morte de Elaine Stelatto continuam em andamento, pois as versões apresentadas até agora não estão em conformidade com o laudo de necrópsia.
Na semana passada, uma reconstituição do caso foi realizada no lago do Manso, utilizando as mesmas embarcações do dia do incidente, com a participação de uma bombeira militar representando a vítima no momento do possível afogamento. O trabalho envolveu equipes da Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), visando analisar detalhes para esclarecer os eventos que levaram à morte da empresária.
O delegado de Chapada dos Guimarães, Marlon Luz, ressaltou que a reconstituição buscou dissipar dúvidas pendentes, mas ainda são necessários laudos periciais adicionais para confirmar todas as circunstâncias do incidente no local.
























