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CÂMARA DOS DEPUTADOS

Barbudo toma posse após morte da deputada Amália Barros

Em sua primeira fala após a morte da colega de partido, Barbudo lamentou as condições que o levaram a ocupar a vaga na Câmara Federal e disse que deve retomar as pautas que defendeu em seu primeiro mandato.

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O primeiro suplente Nelson Barbudo (PL) tomou posse oficialmente nesta terça-feira (21.05), após a morte da deputada federal Amália Barros. Antes da cerimônia o parlamentar bolsonarista foi recepcionado pelo ex-presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (PL).
Em sua primeira fala após a morte da colega de partido, Barbudo lamentou as condições que o levaram a ocupar a vaga na Câmara Federal e disse que deve retomar as pautas que defendeu em seu primeiro mandato.
“Volto a esta Câmara Federal com pesar de uma maneira que jamais gostaria que acontecesse. Continuarei o trabalho que iniciei em 2019, pelas pautas conservadoras, por justas causas, pela nossa pátria, pelo agronegócio, pela liberdade econômica e pela política de nosso país”, afirmou Barbudo, em seu discurso.
O deputado federal garantiu ainda que fará oposição ao governo do presidente Lula (PT). “Eu voltei como oposição, respeitando o meu partido PL e tenho certeza de que serei um implacável perseguidor da justiça, do direito e fiscalizador ferrenho deste governo”.
Antes da posse, Nelson Barbudo almoçou com Jair Bolsonaro, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o ex-deputado federal, Nilson Leitão (PSDB). Depois, seguiu para a diplomação.
Barbudo é produtor rural, seu colegiado está no entorno do Alto Taquari (a 482 km de Cuiabá), cidade onde foi eleito vereador em 2004. O primeiro suplente foi eleito deputado federal em 2018, sendo o mais votado da bancada estadual naquele pleito, recebendo 126 mil votos.

O ex-deputado foi vice-líder do bloco formado por PL, PP, PSD, Solidariedade e Avante. Foi o primeiro vice-presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e membro titular da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Ele também participou da Comissão Especial de Parcerias Público-Privadas (PPP).

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A deputada federal Amália Barros (PL) morreu em 12 de maio por complicações de cirurgia para retirada de tumor no pâncreas.

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