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Acompanhando tendência nacional, MT registra queda no número de óbitos

O estado aparece entre as unidades federativas que mais registraram queda percentual, ocupando o 7º lugar no ranking nacional.

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Acompanhando tendência nacional, MT registra queda no número de óbitos (Foto: Agência Brasil)

As Estatísticas do Registro Civil, divulgadas nesta quarta-feira (27.03) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam uma considerável redução no número de óbitos em Mato Grosso durante o período de 2021 a 2022. O estado aparece entre as unidades federativas que mais registraram queda percentual, ocupando o 7º lugar no ranking nacional.

De acordo com o levantamento, Mato Grosso apresentou uma queda de 20,8% no número de óbitos nesse período, demonstrando uma tendência positiva em relação à mortalidade. O dado ganha relevância ao ser contextualizado com o cenário nacional, onde o Brasil como um todo registrou uma diminuição de 15,8% nas mortes em comparação com o ano anterior.

Apesar disso, os números também apontam para um aumento no número de óbitos na faixa etária de 1 a 4 anos, 10,2%. O número pode ser resultado da demora em começar a vacinação de crianças durante a pandemia de covid-19, confome Klívia Brayner, responsável pela pesquisa.

“Segundo as informações desse sistema, os óbitos cujas causas foram doenças respiratórias como gripe, pneumonia, bronquiolite, asma e outras corresponderam a mais de 60% da diferença do total no número de óbitos nessa faixa etária entre 2021 e 2022 em todo o Brasil. Considerando que a vacinação de crianças e adolescentes brasileiros se deu mais tarde do que a vacinação dos adultos, e que, portanto, demoraram mais a completar o esquema vacinal, é possível que a COVID-19 tenha contribuído fortemente para esse quadro”, justifica a pesquisadora.

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Outro aspecto relevante da pesquisa diz respeito aos óbitos por causas externas em Mato Grosso, que representaram 10,7% do total em 2022. Embora esse índice permaneça abaixo da média nacional, Mato Grosso ainda figura entre os líderes do ranking nesse aspecto, ao lado de estados como Amapá (13,8%), Tocantins (11,8%), Roraima (11,2%), e Pará (10,3%).

 

 

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