A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) afastou, por 60 dias, o servidor Luiz Eduardo de Figueiredo Rocha e Silva, lotado na Procuradoria-geral da Casa, após ele se tornar réu por homicídio qualificado. A decisão foi publicada em portarias no Diário Oficial Eletrônico nesta sexta-feira (11.04).
O afastamento preventivo ocorre em razão da abertura de um processo administrativo disciplinar, com o objetivo de evitar qualquer interferência do servidor nas investigações internas. O prazo pode ser prorrogado por mais 60 dias, conforme necessidade. A apuração ficará sob responsabilidade da Corregedoria-geral da ALMT, que deve manter a Mesa Diretora informada sobre o andamento do caso.
Luiz Eduardo responde na Justiça pelo assassinato de Ney Muller Alves Pereira, pessoa em situação de rua, morto com um tiro nas proximidades da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá. Ele foi denunciado por homicídio qualificado por motivo fútil.
Em nota, a Mesa Diretora da ALMT afirmou lamentar o ocorrido e se solidarizou com os familiares e amigos da vítima. A instituição disse ainda que acompanhará os desdobramentos do caso na esfera criminal e reafirmou seu compromisso com a lei e a justiça.

























