Carlo Ancelotti cobrou uma resposta mental mais forte da Seleção Brasileira após a derrota por 3 a 2 para o Japão, nesta terça-feira (14.10), em Tóquio. O resultado histórico — o primeiro triunfo japonês sobre o Brasil — serviu como alerta para o treinador, que destacou a necessidade de o grupo reagir e aprender com os erros cometidos no segundo tempo.

“Não, não está tudo bem. Quando a equipe perde, ficamos chateados, o que é normal. Eu não gosto de perder, e os jogadores também não. Temos de aprender com essa derrota, como sempre fazemos no futebol”, afirmou o italiano na coletiva pós-jogo.
Desde que assumiu o comando em maio, Ancelotti vem insistindo na formação de uma equipe mais madura, taticamente flexível e emocionalmente preparada. O revés em Tóquio, porém, expôs lapsos de concentração e colocou sob análise a opção do técnico por uma escalação com várias mudanças em relação à goleada por 5 a 0 sobre a Coreia do Sul, na última sexta-feira (10.10).
Mesmo com o tropeço, o treinador manteve o tom de serenidade e reforçou que o momento é de crescimento.
“Esses jogos são importantes porque mostram o que ainda precisamos corrigir. A derrota faz parte do processo, desde que sirva para nos tornar mais fortes”, disse.
O Brasil volta a campo em novembro, nos últimos amistosos de 2025, com o foco em consolidar o elenco que representará o país na Copa do Mundo do ano que vem






















