O presidente afastado do Tribunal de Contas, Antônio Joaquim acusou o ex-procurador geral da República, Rodrigo Janot, de seletivo, parcial e que cometeu o crime de prevaricação ao não pedir busca e apreensão na casa do governador Pedro Taques, ou mesmo no Palácio Paiaguás, onde despacha.
A entrevista de Antônio Joaquim foi concedida ao repórter Paulo Coelho da Capital FM, na 101.9.
Antônio Joaquim, que se diz vítima de uma violência jurídica, pede que a PGR dê o mesmo tratamento ao atual governador e que seja aberta uma investigação contra Pedro Taques. “No que diz respeito à questão de Mato Grosso, o Janot foi criminosamente parcial, seletivo, não tomou as atitudes que tomou em relação aos conselheiros ao seu amigo e colega ex-procurador da República, o governador Pedro Taques por que?”.
Antônio Joaquim disse que vai consultar seu advogado para saber se processa ou não o ex-procurador geral por prevaricação.


















