O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), revelou que o governador Pedro Taques (PSDB) queria inaugurar o prédio do novo Pronto-Socorro até o dia 30 de junho, que está com apenas 71% da obra física concluída.
“O governador queria inaugurar até 30 de junho, antes do processo eleitoral. Mas, ele esteve lá e viu que é complicado. E nós queremos fazer bem feito”, disse o prefeito durante coletiva de imprensa, na tarde desta segunda-feira (25).
Ainda de acordo com o prefeito, há muitos processos para serem concluídos e, por isso, a nova unidade de saúde somente será entregue à população no dia 8 de abril de 2019, quando a Capital completa 300 anos. A obra física tem um custo aproximado de R$ 80 milhões, sendo que o governo do Estado assumiu custear R$ 50 milhões.
Da parte do governo, ainda falta o repasse à prefeitura da quantia de R$ 18 milhões.
O prefeito afirmou que para o hospital estar em pleno funcionamento será necessário licitar mais de 10 mil itens, em dezenas de lotes. Para equipar todo o PS, a estimativa da prefeitura é que ela irá gastar a quantia de R$ 64 milhões.
Equipamentos serão licitados e serviços terceirizados
O prefeito afirmou que já estão na praça 29 licitações de equipamentos para o novo Pronto-Socorro. Ainda de acordo com ele, um quarto do valor já foi licitado e já será homologado nos próximos dias.
“Não tem noção da licitação de um hospital desse, quem está me criticando”, disse o prefeito, acrescentando que o último lote de licitação será colocado na praça até o dia 30 de agosto.
O prefeito revelou que não vai comprar os equipamentos que dizem respeito a lavanderia, nutrição, laboratório e exames. “Vou manter terceirizado. Não vou ser louco de comprar um equipamento de raio x . Vou manter como é hoje”, garantiu, afirmando que, desde a gestão de Wilson Santos (PSDB), a prefeitura terceiriza esse trabalho.
Do total do valor destinado via emenda parlamentar R$ 82 milhões, para a compra de equipamentos, o prefeito afirmou que irá utilizar apenas R$ 64 milhões. O restante deverá ser destinado para o governo do Estado. A sobra é referente aos serviços que serão tercerizados.























