A Comissão da Saúde da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) promete começar os debates nos próximos dias. Sendo integrada pelos deputados Lúdio Cabral (PT), Dr. João de Matos (MDB), Dr. João de Matos (MDB), Dr. Gimenez (PV), Dr. Eugênio (PSB) e presidida por Paulo Araújo (PP), o objetivo será de melhorar os indicativos de Saúde do Estado. E de acordo com Paulo, as ações da Comissão serão propositivas.
“Vamos fazer uma ação propositiva casada com a gestão estadual na questão das unidades hospitalares, temos a indefinição do modelo de gestão e a Assembleia quer participar disso”, disse.
Em defesa de uma gestão por Consórcios Intermunicipais de Saúde, o parlamentar disse que não tratarão apenas de Hospitais Regionais, mas também dos Filantrópicos. “Não vamos nos ater apenas a Santa Casa de Misericórdia, temos Hospitais Filantrópicos no Estado todo, o Estado deve entrar e auxiliar os municípios que detém esse contrato, deve estabelecer o teto do que a estrutura pode produzir”, ressaltou.
Outra situação que precisará de definição é o MT Saúde. Todos os anos, essa autarquia é manchete de reclamações que chegam de todo o Estado. Por esse motivo, o deputado estadual afirmou que o governador Mauro Mendes (DEM) precisa definir qual é a política do governo e se o Estado continua ou não com o plano.
Já em relação ao aumento da alíquota da Previdência, o parlamentar esclareceu que é contra e que o projeto não deve passar por ter uma grande bancada de servidores presentes na Assembleia Legislativa.
“Precisamos saber quais são os números dessa Previdência, essa contribuição de 11 para 14% é uma possibilidade, mas é uma matéria que não deve ser aprovada, porque somos mais de 10 deputados que integram essa bancada em defesa do servidor público, inclusive já manifestei contrário a esse aumento”, finalizou.





















