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FECOMÉRCIO

Confiança do consumidor sobe e mantém intenção de consumo acima da média em Cuiabá

Índice atinge 115,1 pontos em fevereiro, maior nível desde outubro, e reflete melhora na renda e na percepção sobre emprego.

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(Foto: Reprodução)

O consumidor de Cuiabá começou 2026 mais confiante. O Índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) chegou a 115,1 pontos em fevereiro, alta de 0,3% em relação a janeiro, e segue acima da linha de satisfação, fixada em 100 pontos, segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

O resultado mantém uma tendência de recuperação iniciada em outubro do ano passado, quando o índice estava em 101,2 pontos. Na comparação com fevereiro de 2025, quando marcou 111,2 pontos, houve crescimento de 3,5%.

Segundo o presidente da Fecomércio-MT, José Wenceslau de Souza Júnior, o patamar elevado indica um ambiente econômico mais favorável e com expectativa de consumo aquecido no início do ano.

O avanço foi puxado principalmente pela melhora em indicadores ligados à renda e ao emprego, considerados fatores centrais para a confiança das famílias. O subíndice que mede o momento para aquisição de bens duráveis, como eletrodomésticos e móveis, teve a maior alta no mês, de 3,3%. Também cresceram os indicadores de renda atual, com 1,3%, e de emprego atual, com 1,1%.

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A pesquisa aponta que 53,9% dos entrevistados disseram se sentir mais seguros no emprego em relação a um ano atrás. Já 59,1% afirmaram que a renda atual está melhor do que no mesmo período de 2025.

Apesar disso, houve piora em alguns indicadores ligados ao consumo imediato. A intenção de compra a prazo caiu 3,2%, e o nível de consumo atual recuou 1,7%. O acesso ao crédito divide opiniões, com 39,1% avaliando que ficou mais fácil conseguir empréstimos ou financiamentos, enquanto 37,7% percebem maior dificuldade.

Para a Fecomércio-MT, a combinação de maior intenção de compra de bens duráveis e cautela no consumo imediato sugere que as famílias estão planejando aquisições maiores para os próximos meses, em vez de ampliar gastos no curto prazo.

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