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Conselheiro contesta fama de estado rico e aponta desigualdades sociais

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O presidente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, fez um alerta crítico sobre a realidade socioeconômica do estado. Segundo o conselheiro, a imagem de Mato Grosso como um estado puramente rico é “absoluta” e mascara profundas desigualdades.

Sérgio Ricardo ressaltou que, embora setores como o agronegócio e a mineração apresentem grande prosperidade, existem “ilhas de miséria” que não podem ser ignoradas. Entre os dados alarmantes citados, o presidente destacou que o estado registra índices de hanseníase 600% superiores à média nacional, relacionando a doença à falta de saneamento básico em diversas regiões.

“Somos um estado de desigualdade. Temos ilhas de prosperidade e ilhas de miséria. Esse é o nosso estado de Mato Grosso. Mato Grosso não é um estado rico. É um estado que tem setores que são ricos”, frisou o conselheiro.

Além da saúde e do saneamento, Sérgio Ricardo pontuou que a deficiência na qualidade da energia elétrica impede o avanço da industrialização, dificultando a geração de empregos e a distribuição de renda. Para o presidente do TCE, é fundamental que o desenvolvimento econômico seja acompanhado por políticas públicas que enfrentem essas disparidades estruturais.

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