O desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) Pedro Sakamoto determinou, na manhã desta quarta-feira (23), a soltura de Flávio Alexandre Taques da Silva, ex-secretáro adjunto de Saúde de Cuiabá. Alvo da segunda fase da Operação Sangria, que apura fraudes em licitação, organização criminosa e corrupção ativa e passiva na Secretaria de Saúde de Cuiabá, Taques se entregou na Gerência Estadual de Polinter (Gepol) no dia 2 de janeiro, após passar 14 dias foragido.
Sakamoto também impôs medidas cautelares ao ex-adjunto, sendo elas a proibição de manter contato com os outros suspeitos e testemunhas do processo, proibição de ir às sedes das empresas investigadas e das secretarias Municipal e Estadual de Saúde. O ex-secretário de Saúde de Cuiabá, Huark Douglas Corrêa e o sócio da ProClin, empresa investigada na operação, Luciano Correa Ribeiro, também foram presos na operação, mas conseguiram a liberdade em 28 de dezembro de 2018.























