Pesquisar
Close this search box.
DE JORGE BODANZKY

Filme documentário “As cores e amores de Lore” será exibido no Cine Teatro

A sessão será às 19h30 e a entrada custa R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia).

Publicidade

O Cine Teatro Cuiabá exibe nesta terça-feira (18.03), em parceria com a Embaúba Filmes, o longa documentário “As cores e amores de Lore”, de Jorge Bodanzky. A sessão será às 19h30 e a entrada custa R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia).

Feito a partir de uma série de encontros entre o diretor Jorge Bodanzky e a pintora alemã Eleonore Koch, única discípula de Volpi, radicada no Brasil desde a Segunda Guerra Mundial, o filme retrata os últimos anos da artista, que viveu livre e intensamente, dedicando sua vida à arte. A classificação indicativa é de 14 anos.

O filme

Numa manhã de domingo, o diretor Jorge Bodanzky recebeu o telefonema de um amigo dizendo que ouvira falar de sua mãe numa matéria do jornal. A reportagem, na verdade, era sobre uma pintora que havia aprendido encadernação e trabalhado com sua mãe na livraria Cosmos, no centro de São Paulo, na década de 1940.

Rosa Friedmann, mãe de Bodanzky, àquela altura já era uma experiente livreira. Na Europa, em Viena, trabalhou como vendedora na Livraria Goethe, na Liechstensteiner Strasse nº 16, até 1932, quando se casou com Hans Bodanzky, o pai de Jorge, e alguns anos depois, para fugir da guerra, passou a viver no Brasil até o seu falecimento.

Leia Também:  Aquário, Parques e Festival da Pamonha são opções de lazer para o feriado de Tiradentes

Jorge conhecia essa história e quis procurar a tal pintora que havia conhecido a sua mãe. A pintora era Eleonore Koch, de quem nunca ouvira falar. Marcaram então, a primeira visita em fins de 2013. A partir de então, seguiram-se encontrando ao longo dos cinco anos subsequentes, sempre com Bodanzky registrando os encontros.

“Cheguei até a Lore, na verdade, para saber mais sobre a minha mãe. Mas as histórias dela me tocaram. Durante nossos encontros, falamos de tudo. Era como se eu pudesse conversar com ela as coisas que eu não tive maturidade para conversar com a minha mãe em vida”, conta Bodanzky.

O diretor filmou mais de 15 horas de conversas com a pintora. De princípio, compartilhavam a história da emigração judaica, mas muitos outros pontos de contato se estabeleceram entre os dois, relação que se aprofundou ao longo dos anos.

O filme resgata as histórias de Lore, construindo um retrato íntimo e autêntico a partir de seus depoimentos pessoais e também de rico material de arquivo que compreende suas pinturas, fotografias, cartas e diários. Um material de fôlego, que revelam a visão da artista sobre temas sensíveis a todos: trabalho, amor, independência, liberdade, felicidade, solidão, velhice e o verdadeiro sentido da vida.

Leia Também:  Encontro indígena reúne povos originários e promove saberes ancestrais no Museu
Divulgação
COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

Publicidade

Publicidade

Publicidade

NADA PESSOAL

Nada Pessoal com o Deputado Estadual Wilson Santos

Informe Publicitário

Informe Publicitário

Informe Publicitário

Informe Publicitário

Publicidade

NADA PESSOAL

Nada Pessoal com Valdinei Mauro de Souza