O Grito dos Excluídos e Excluídas realiza nesta quinta-feira (20.08), às 19h, uma live sobre comunicação, redes sociais, mulheres e soberania. A atividade integra a programação da 32ª edição do movimento e será transmitida pela plataforma da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), em Cuiabá.
Entre os participantes está o jornalista, professor e pesquisador Pedro Pinto de Oliveira, docente do PPGCOM (Programa de Pós-Graduação em Comunicação) e do PPGECCO (Programa de Pós-Graduação em Estudos de Cultura Contemporânea) da UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso).
Segundo Juvenal Paiva da Silva, articulador estadual do Grito dos Excluídos em Mato Grosso, Pedro participará do debate a partir de sua atuação na área da comunicação. Esta é a segunda vez que o professor colabora com atividades do movimento.
“É uma alegria poder contar com uma pessoa como o professor Pedro, que com toda sua experiência agrega muito para o debate, especialmente sobre comunicação”, afirmou Juvenal ao PNB Online.
Também participam da live Shirley Aparecida Barbosa Borghi, graduada em Letras pela UFMT, com pós-graduação em Catequese, e Elisângela Bezerra Vieira, graduada em Administração, cofundadora e gestora da Associação Kobra e presidente do Movimento Negro de Rondonópolis.
O debate faz parte das atividades preparatórias do Grito dos Excluídos de 2026 em Mato Grosso. Neste ano, comunicação e redes sociais estão entre os eixos discutidos pelo movimento, ao lado de temas como acesso à terra e à moradia, defesa das mulheres, democracia e soberania.
Criado em 1995, o Grito mantém como tema permanente “A vida em primeiro lugar”. Em 2026, o lema escolhido é “Na defesa da terra, da paz e da moradia. Erguemos a voz, mulheres vivas e soberania”.
A programação antecede as mobilizações previstas para a Semana da Pátria. Segundo Juvenal, a expectativa é que haja atividades em cerca de 90% das dioceses de Mato Grosso, com ações nas regiões de Cuiabá, Cáceres, Sinop, Juína, Barra do Garças, Primavera do Leste, Paranatinga e Rondonópolis.
O 7 de Setembro é considerado o momento de culminância da mobilização, mas cada região pode organizar debates e atos em outras datas, de acordo com a programação local.

























