O Mixto foi punido em perda de dois mandos de campo e multa de R$ 30 mil por caso de racismo e homofobia por parte de um torcedor mixtense contra uma atleta do Fluminense, no dia 26 de abril deste ano. A decisão foi da 1ª Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), que realizou sessão na noite desta quinta-feira (13), em sua sede no Rio de Janeiro.

As penalidades são referente ao caso de racismo ocorrido contra a equipe carioca na 8ª rodada do Brasileirão. Na ocasião, aos 22 minutos do primeiro tempo, a atacante Keké do Fluminense, foi alvo de ofensas rascistas e homofóbicas. Diante do caso, a árbitra Adriana Costa Farias acionou o Protocolo Antirracismo. O responsável foi identificado pelas autoridades presentes, retirado do estádio e conduzido à delegacia ainda durante a realização da partida.
Como o Mixto colaborou e ajudou na identificação do autor das ofensas discriminatórias, a defesa do clube capiteneada pelo advogado Vinícius Falcão, conseguiu amenizar a pena, que incluía inclusive a perda de pontos.
Como a punição foi anunciada apenas dois dias antes da partida contra o Cruzeiro, o jogo está mantido no estádio Dutrinha, neste sábado (15), às 17h (de MT). A diretoria segue com a política de manter os portões abertos para o torcedor mixtense.
O Mixto alegou que vai recorrer para o pleno do STJD, mas caso não consiga reverter a decisão, a pena será cumprida apenas na Série A1 do Brasileirão Feminino de 2027, uma vez que as Tigresas não jogam mais em casa na competição esta temporada.






















