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CLÁSSICO DOS MILHÕES

Mixto vence Operário e volta à final do Campeonato Mato-grossense após 13 anos

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A partida entre Operário e Mixto na semifinal da campeonato mato-grossense foi repleta de emoções e marcada por reviravoltas, mas levou o alvinegro cuiabano à final do estadual após 13 anos sem chegar ao topo do futebol cuiabano. Com a vitória, o Tigre aguarda a definição, neste domingo do jogo entre Luverdense e Sport Sinop. Esta será a 41ª final disputada pelo Mixto, que é o clube mato-grossense com mais campeonatos estaduais.

Em uma tarde de chuva, emoções e reviravoltas no tradicional Estádio Eurico Gaspar Dutra, o Dutrinha, o Tigre da Vargas carimbou o passaporte para a decisão do estadual após superar o rival nos pênaltis por 4 a 2. Com o empate no jogo de ida por 1 a 1, a igualdade no placar agregado novamente por 1 a 1 levou a decisão para as cobranças, onde o Mixto mostrou frieza e garantiu a vaga, quebrando um jejum de 12 anos sem chegar à final.

O primeiro tempo começou com o Mixto ditando o ritmo, trocando passes e controlando a posse de bola, enquanto o Operário se postava para explorar os contra-ataques. A chuva que caiu no início da partida não esfriou o ímpeto alvinegro. Logo aos 10 minutos, o goleiro Álvaro, do Operário, precisou de atendimento médico após um choque, um prenúncio dos sustos que a defesa tricolor passaria. Aos 18, o primeiro grande lance: em um escanteio perfeito, Lucas Straub subiu firme e cabeceou, mas a bola explodiu no travessão, deixando a torcida do Mixto com a mão na cabeça.

Gol do Mixto abre o placar no Dutrinha

A pressão continuou, e aos 25 minutos, em uma falta cobrada por Pepê, Yago desviou de cabeça, mas a bola passou por cima do gol de Glaycon. O Operário tentava responder, e aos 33, Kaká cruzou rasteiro e por pouco Yago não alcançou para abrir o placar. Aos 38, foi a vez de Índio arriscar um chute de longe para o Mixto, mas a bola foi por cima. A recompensa pela insistência veio aos 39 minutos. Em uma cobrança de lateral na área, a defesa do Operário falhou ao não afastar. A sobra chegou a Dionathã, que chutou; a bola bateu na marcação e sobrou limpa para Flávio Henrique. Ele não perdoou: bateu no canto do goleiro Álvaro e abriu o placar, deliciando a torcida presente.

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A etapa inicial ainda teve lances de cartão amarelo para Robson, do Mixto, e para os treinadores Lucas Isotton e Gilberto Pereira. Aos 47 minutos, um lance de alto risco: o goleiro Álvaro, do Operário, saiu do gol em uma dividida com Dionathã. O árbitro entendeu que a bola tocou no braço do arqueiro fora da área e mostrou o cartão vermelho. O VAR foi acionado e, após revisão, a decisão foi corrigida, confirmando que a bola bateu no peito de Álvaro. O cartão foi retirado, e o goleiro permaneceu em campo. O primeiro tempo terminou com o Mixto na frente por 1 a 0.

O segundo tempo começou com substituições e novas investidas. O Operário voltou mais agressivo, e logo aos 8 minutos, Sidnei Neto levou cartão amarelo por carrinho em Luidy. Aos 10, o VAR voltou a ser protagonista: Sidnei Neto levantou o pé e acertou o lateral Índio, e após revisão, o árbitro mostrou o cartão vermelho, deixando o Operário com um jogador a menos. O Mixto tentou aproveitar a vantagem numérica. Aos 26, Di María recebeu de Luidy e chutou para fora, perdendo chance de ampliar. As substituições se sucederam, com Nathan Alves e Kennedy entrando no Mixto, e Castanha e Keven no Operário.

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Aos 38, Di María fez grande jogada e rolou para Gabriel Justino, que chutou por cima. No minuto seguinte, Luiz Gustavo, do Operário, driblou a defesa e chutado de esquerda para fora, raspando a trave.

Gol do Operário deixa tudo igual

Quando o jogo parecia controlado pelo Mixto, veio o golpe aos 46 minutos do segundo tempo. Kaká cruzou, a bola bateu no zagueiro do Mixto e sobrou para Pepê, que de fora da área acertou um golaço, pegando de primeira e acertando o canto esquerdo de Glaycon, com a bola ainda tocando na trave antes de entrar. Era o empate do Operário, levando a decisão para os pênaltis.

Aos 52, Nathan Alves cabeceou no canto, mas Álvaro fez uma defesa espetacular, evitando a vitória do Mixto no tempo normal. Com nove minutos de acréscimos, o árbitro apitou o fim do jogo aos 55 minutos, confirmando o empate em 1 a 1 e a ida para as penalidades.

Pênaltis com erros do Operário e consagração do Mixto

Na disputa de pênaltis, a pressão tomou conta do Dutrinha. O Mixto começou batendo e convertendo, enquanto o Operário viu suas duas primeiras cobranças serem desperdiçadas por conta da eficiência do goleiro Glaycon, um dos heróis da partida.

O Operário conseguiu marcar em suas duas tentativas seguintes, mas o Mixto manteve a frieza e converteu todas as suas cobranças, fechando o placar em 4 a 2 e explodindo a torcida alvinegra em festa.

 

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