O secretário de Estado das Cidades (Cidades), Wilson Santos, durante entrevista no Jornal da Capital, nesta manhã de sexta-feira (11) na Rádio Capital FM 101.9, defendeu a retomada das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), mas esclareceu que essa não é a decisão do Governo de Mato Grosso neste momento que o modal passa por invetigação do Ministério Público Federal (MPF).
Depois que a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Descarrilho para investigar fraudes no procedimento licitatório, associação criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato e lavagem de capitais na escolha do modal para a Copa do Mundo de 2014, o governador Pedro Taques (PSDB) determinou a suspensão das negociações com o Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande para a retomadas das obras do modal.
“Continuo defendendo o VLT, mas é impossível deixarmos de lado esse gasto de mais de R$ 1 bilhão”, argumentou o secretário que também disse que vai apresentar ao governador as possibilidades de realizar uma Parceria Público-Privada (PPP), ou uma nova licitação, ou talvez a substituição do VLT pelo BRT, porém que decidirá será Taques.
Segundo o secretário, apesar de saber de informações de que houve pagamento de propina, ele só insistiu pela retomadas das obras porque desde novembro o juiz titular da ação (juiz da 1ª Vara Federal em Mato Grosso, Ciro José de Andrade Arapiraca) dizia que o caminho mais barato e mais seguro seria o acordo.
Agora, argumentou Wilson, o governo precisa entender essa operação da PF e só depois, nos próximos dias, dar as informações necessárias à sociedade. “Nós não vamos fugir de encontrar uma solução”, prometeu o secretário.






















