O senador José Medeiros deu uma declaração no mínimo polêmica sobre o ministro Blairo Maggi. Apesar de “pipocarem denúncias de corrupção contra ele, o senador acha que não pega, pois ele tem forte apoio popular. Não pega em Blairo e não pega em Lula. Veja a declaração de Medeiros já publicada pelo blog, após entrevista à rádio Capital:
O senador por Mato Grosso José Medeiros (PSD) acredita que as denúncias da delação do ex-governador Silval Barbosa (PMDB) não devem desgastar ou macular a imagem do ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP). Para Medeiros, o senador Blairo, atualmente afastado do Senado, é um político do estilo “Teflon” que nada gruda nele assim como o ex-presidente Lula (PT) que só agora começa a ser atingido.
“O Blairo continua sendo um adversário forte para qualquer um no próximo pleito. E chego a dizer: se ele saísse de novo para governo seria um candidato competitivo”, analisou o social-democrata, em entrevista à Rádio Capital FM 101,9 nesta segunda-feira (14), lembrando que ele está com o Ministério nas mãos, obteve sucesso em solucionar o problema da carne fraca e também porque no estado as revelações de Silval já seriam são fatos requentados.
Então para Medeiros, “atingiria quem está surgindo na política e não o Blairo que é casca grossa”. E na opinião dele, o ministro ainda pode definir o cenário das eleições 2018 mesmo o presidente do PSD em Mato Grosso, o vice-governador Carlos Fávaro, andando o estado, fortalecendo o seu nome e sendo “a peça” mais importante do seu partido, Blairo Maggi continua sendo o proponente mais forte do agronegócio e, com certeza, terá papel importante na definição do candidato do segmento.
Carlos Fávaro, defendeu o senador, conta com o apoio da maior bancada estadual para vir a disputar o Senado, o Governo ou qualquer outra vaga que ele desejar, mas, além do ministro que já adiantou que é candidato a reeleição, do lado dele já desponta o deputado federal Adilton Sachetti (PSB) que as pessoas já falam que pode vir a ser candidato a governador ou a senador caso o ministro faça parte de uma chapa à Presidência”.


















