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Em Mato Grosso, os partidos de centro esquerda ainda estão discutindo a possibilidade de uma coligação para disputar cargos majoritários nas eleições em 2020. O estado tem duas questões distintas, neste caso: lançar candidato único na eleição suplementar para a vaga no Senado Federal aberta com a cassação da ex-juíza Selma Arruda (Podemos) pelo Tribunal Regional Eleitoral em Mato Grosso (TRE/MT) e confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em dezembro de 2019 e, lançar candidatos a prefeito pela coligação. O presidente do Partido Socialista Brasileiro (PSB), deputado estadual Max Russi, disse que, por enquanto, há muitas conversas, mas nenhuma definição.
“Não é uma eleição fácil. Você precisa ter apoio de um grupo político. Existe uma discussão, em andamento, no estado e, que também acontece em nível nacional entre o PSB, Partido Verde (PV), Rede Sustentabilidade (Rede) e o Partido Democrático Trabalhista (PDT). Estamos trabalhando um outro caminho, uma outra vertente. Sair um pouco desse nós e eles, nem tanto à esquerda radical, nem tanto à direita radical, mas um projeto de centro esquerda diferente para o país”, ressaltou Russi.
Neste contexto, a conversa tem sido bem diversificada. O PSB, segundo o presidente do partido, já se reuniu com o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB) e o senador Jaime Campos (DEM) e também com o prefeito de Rondonópolis, José Carlos do Pátio (Solidariedade) e com o presidente do PDT, secretário de Cultura, Alan Kardec. “Conversei com o presidente do diretório estadual do PDT, e ele disse que vão tentar uma candidatura mas, se não der, vão seguir a orientação nacional e se coligar com o PSB”, disse o deputado Max Russi.
A definição da coligação dos partidos de centro esquerda só deve acontecer em fevereiro. A expectativa agora é em relação à data da eleição suplementar que o TRE-MT define na primeira sessão ordinária do Pleno na próxima segunda-feira (20). “Hoje tem muita conversa neste início de processo. Deve acelerar a partir de fevereiro, mesmo a eleição podendo ser em abril. Existem muitas teses, ninguém consegue com clareza afirmar qual vai ser o melhor caminho”, apontou o presidente do PSB. .























