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Professores da UFMT aprovam greve com amplo apoio

Situação das aulas de pós-graduação, que via de regra permanecem, ainda está sendo avaliada.

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Professores da UFMT aprovam greve em assembleia nesta 6ª (Foto: Reprodução)

Os professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) aprovaram, na tarde desta sexta-feira (17.05), greve na instituição, com 216 votos a favor, 90 contrários e três abstenções. A paralisação começa oficialmente 72 horas após a decisão. Os técnicos da universidade já estão parados desde o dia 14 de março. A deflagração da greve em Mato Grosso acompanha um movimento nacional que já conta com ampla adesão.

De acordo com o comando de greve, os docentes dos programas de pós-graduação (mestrado e doutorado) geralmente permanecem em atividade. No entanto, a situação ainda será avaliada em reunião acompanhada pela Associação de Pós-Graduandos da UFMT (APG-UFMT).

Reivindicações

Conforme o Andes (Sindicato Nacional dos Docentes do Ensino Superior), além da recomposição salarial, existe a necessidade de investimentos públicos nas instituições federais de educação, diante da corrosão desses investimentos no governo passado, sob Jair Bolsonaro (PL). O Ministério da Educação (MEC) da gestão Lula (PT) diz que busca alternativas de valorização dos servidores da educação. No ano passado, o governo federal promoveu reajuste de 9% para todos os servidores.

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Nesta semana o governo não concordou com propostas de reajuste em 2024 e não avançou em uma proposta de reestruturação da carreira do Magistério Federal, durante a quinta rodada de negociação da Mesa Específica Temporária de Carreira. A reunião ocorreu na quarta-feira (15.05), no Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), em Brasília (DF), com representantes das diretorias e dos Comandos Nacionais de Greve (CNG) do ANDES-SN e do Sinasefe. Esta foi uma das razões que levaram os professores da UFMT a aderirem ao movimento nacional.

“A ausência de reajuste salarial para 2024 continua, conforme o governo, que destacou a falta de orçamento para este ano. Feijóo manteve os 9% em 2025 e 3,5% em 2026, já apresentados. Na reunião, a categoria docente reafirmou a defesa do índice de 22,71% (perdas acumuladas desde 2016) como horizonte de recomposição para os próximos três anos: 7,06% em 2024; 9% em janeiro de 2025; e 5,16% em maio de 2026”, informou o Andes.

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