Assessoria UFMT

Um projeto apresentado nesta quinta-feira (28.10) pelo Instituto de Geografia, História e Documentação (IGHD) à Reitoria da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) pretende digitalizar documentos e imagens antigas da reitoria, vice-reitoria, secretaria de órgãos colegiados da instituição como forma de preservação da memória da maior universidade do estado.
“Esse é um projeto que pode abrir diversas portas para a UFMT. Somado à valorização de nossa história, ele também representa a possibilidade de ampliar a transparência da Instituição, permitindo um acesso facilitado a documentos e arquivos produzidos ao longo dos anos, em consonância com o princípio da transparência”, afirmou o reitor da UFMT, professor Evandro Soares da Silva.
Além dos benefícios para a Instituição, o projeto seria o ponto de partida para a oferta desse serviço para outras Instituições públicas, ou mesmo privadas, no estado, além de facilitar o desenvolvimento de pesquisas sobre a história da UFMT e do próprio estado de Mato Grosso.
“A Universidade e todos os seus setores têm um dever de memória, de preservar a história da Instituição. A partir deste projeto, iremos localizar os documentos, fazer sua higienização, classificá-los e catalogá-los seguindo os princípios da arquivística e, finalmente, microfilmar e digitalizar todos eles”, explicou o professor Marcus Silva da Cruz, diretor do IGHD. “Com isso, também poderemos disponibilizar esses arquivos para que pesquisadores possam estudar a história da UFMT e desenvolver seus trabalhos a partir disso”, completou.
A coordenação geral do projeto é do pesquisador José Amilcar Bertoline, servidor da Instituição há 40 anos e que estudou a história do projeto Aripuanã, uma cidade planejada no meio da amazônia na década de 1970. “Não podemos esquecer a importância da UFMT nesses 50 anos e dos próximos 50 na formação da sociedade mato-grossense e brasileira. Essa é uma Instituição que lá atrás já pensava o que está sendo discutido em Estocolmo hoje, um espaço de diálogo entre a cidade e a floresta, respeitando o meio-ambiente. Pensávamos no futuro na década de 1970 e hoje não é diferente”, concluiu.
A digitalização e microfilmagem de documentos integra a Política de Documentação e Arquivo da UFMT, aprovada pelo Conselho Universitário (Consuni).
























