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MATO GROSSO, ESTADO “TEMPORÁRIO”

Servidores diabolizados: a estratégia imoral do governo contra a categoria

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Os servidores públicos de Mato Grosso enfrentam a onda de ataques políticos, legais e imorais do governo Mauro Mendes. A estratégia é clara: jogar a população contra os servidores, taxando-os de privilegiados, preguiçosos, e verdadeiras ervas daninhas da sociedade. Joga todo o peso do seu poder imperial para tentar barrar a reposição das perdas que foram “surrupiadas” dos servidores durante a atual gestão estadual. O governador revela publicamente com seus atos, sem cerimônia, o desprezo que nutre pelos servidores.

Os servidores tem, ainda, dificuldades de mobilização. Contra eles, o governo usa a estratégia legal, rápida e truculenta, de barrar na Justiça o direito à greve. O governo Mauro Mendes joga todo o seu poder para esvaziar as críticas e as legítimas formas de protesto dos servidores.

A última trincheira dos servidores é a Assembleia Legislativa. É o que sobra para os servidores, contar: com a ação dos deputados que são comprometidos com os direitos da categoria. A conferir se o parlamento fará o devido contraponto ao imperador Mendes.

Para o governador Mauro Mendes, o ideal seria um estado formado só por servidores temporários: enfermeiros-temporários, policiais-temporários, professores-temporários. Sob o pretexto de economizar, Mendes rebaixa o serviço público à condição de mal maior a ser destruído para o desenvolvimento de Mato Grosso.

Leia Também:  Presidente do TJMT assume o cargo de governador de Mato Grosso

 

 

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