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TBT do PNB: Há dois anos, professores de MT faziam maior greve da educação do estado

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Sintep-MT

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O TBT do PNB desta quinta-feira (08.07) relembra a maior greve de professores da história da educação de Mato Grosso. Nesta semana, completam-se dois anos desde que os profissionais aceitaram a proposta do Governo do Estado e em assembleia decidiram retornar às salas de aula, eles enfrentaram 75 dias de paralisação em meio a protestos e salários suspensos. 

 

Entre as reivindicações dos grevistas estava o cumprimento do Artigo 245 da Lei 510 da Constituição Estadual, que assegura a aplicação da receita dos impostos na área da educação. O Artigo é de 2013 e aponta que o Estado deve fazer esse repasse gradualmente, até que se atinja a meta de 35%. Em julho de 2019, 27,5% da receita dos impostos já deveria ser repassada para a área, mas, segundo o Sindicato dos trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), este quadro não se confirmava. 

 

Além disso, a categoria pedia a convocação imediata dos professores aprovados no último concurso do Estado e o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA). Durante o período em que estiveram de greve, os profissionais tiveram os salários suspensos pelo Estado e chegaram a pedir doações de dinheiro e alimentos nos semáforos de Cuiabá e no interior. 

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Recorrentemente, o Palácio Paiaguás reiterou que o Estado não tinha condições de atender às demandas da categoria por estar em estado de calamidade financeira. Desde o início, Mauro Mendes (DEM) tinha indicado pouca margem de negociação com a categoria, que, em contrapartida, manteve o posicionamento mesmo com o corte no ponto dos grevistas. 

 

Em 9 de agosto de 2019, após a promessa do governo de que pagaria a RGA e a lei de carreira assim que tivesse disponibilidade de caixa, os servidores realizaram uma assembleia e aceitaram a proposta, suspendendo a paralisação. O retorno às salas de aula aconteceu na semana seguinte, em 14 de agosto, encerrando oficialmente a greve. 

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