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PROGRESSÃO VERTICAL

Presidente do TJMT anuncia reajuste salarial para servidores “de 1% a 10%”

Presidente do TJMT afirmou que está realizando a reestruturação da progressão vertical dos servidores do judiciário mato-grossense.

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O desembargador José Zuquim Nogueira, presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), confirmou durante entrevista coletiva na terça-feira (24/06) que os servidores do Judiciário estadual devem receber um reajuste salarial ainda este ano, com percentuais que variam entre 1% e 10%.

A medida, no entanto, pode não ser suficiente para acalmar a insatisfação da categoria, que recentemente debateu a possibilidade de greve. Zuquim afirmou que está tramitando uma reestruturação da progressão vertical dos servidores e que essa mudança será levada ao Pleno do TJMT.

Sobre a pressão por melhores salários, o presidente reconheceu a demanda e ponderou: “Obviamente, vai haver um aumento salarial, não tão substancial como eles desejam, mas é o início de um reconhecimento e necessidade de melhoria”. Questionado sobre os valores, afirmou: “Olha, eu posso dizer que vai de 1% a 10%”.

Falta de juízes e comarcas desassistidas

Além da questão salarial, o desembargador destacou o déficit de magistrados no estado, que já impacta o funcionamento de várias comarcas.

“Eu preciso de no mínimo 30 juízes hoje”, afirmou. Ele citou cidades como Barra do Garças, Porto Alegre do Norte e São Félix do Araguaia, onde varas estão desativadas ou operam com carência crítica de pessoal.

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A situação é tão grave que, em algumas localidades, o TJMT precisou nomear servidores temporários para evitar a paralisação dos serviços.

“Tem comarca que eu não tenho um oficial de justiça. Eu tive que nomear um oficial provisório para a comarca não parar”, explicou. Um novo concurso para juízes está em andamento, mas ainda sem previsão de conclusão.

Enquanto isso, o Judiciário mato-grossense enfrenta desafios para manter o atendimento, especialmente em regiões mais afastadas. O presidente admitiu que a falta de servidores concursados agrava o problema. “Ninguém quer ir para esses lugares. Até para nomear provisoriamente, temporariamente, nós estamos tendo dificuldades”.

A expectativa é que, após a homologação de um concurso em fase final de análise, parte dessas carências seja sanada. Mas, pelo menos no curto prazo, o cenário ainda exige soluções emergenciais.

Crédito – TJMT
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