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MT EM CHAMAS

Corpo de Bombeiros combate 30 incêndios florestais em Mato Grosso

Em Barra do Garças, cinco aeronaves atuam no combate a focos de incêndio na Serra do Roncador e no Parque Estadual da Serra Azul.

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CMMT) mantém controlados nove focos ativos nas últimas 24 horas. As equipes continuam atuando diretamente no combate a 30 incêndios florestais em diversas regiões do estado. Os focos ativos, que estão controlados e não apresentam risco imediato de propagação por estarem contidos dentro de um perímetro seguro, localizam-se nos seguintes municípios: Cláudia, com dois focos em monitoramento, além de Itiquira, Nova Maringá, Sinop, Pontes e Lacerda, Cáceres, Vila Bela da Santíssima Trindade e Novo Mundo, cada um com um foco em acompanhamento.

As equipes permanecem mobilizadas em Vila Bela da Santíssima Trindade, combatendo seis focos de incêndio ativos. Em Barra do Garças, atuam diretamente em dois focos: na Serra do Roncador, com o apoio de três aeronaves, e no Parque Estadual da Serra Azul, onde contam com o emprego de duas aeronaves e um helicóptero para infiltração em áreas de difícil acesso.

Além do apoio aéreo nesses locais, as operações envolvem o uso coordenado de maquinários, caminhões-pipa e a atuação integrada de bombeiros militares, brigadistas, militares do Exército e voluntários, concentrando esforços no controle e extinção dos focos remanescentes.

As ações de combate aos incêndios seguem intensas ainda nos municípios de Dom Aquino, Juína e Chapada dos Guimarães, onde as equipes enfrentam dois focos ativos em cada local. Além disso, o trabalho continua com as equipes mobilizadas nas regiões de Confresa, Novo Santo Antônio, Cáceres, Tesouro, Nova Ubiratã, Tangará da Serra, Colniza, Rosário Oeste, Novo Mundo, Cláudia, Serra Nova Dourada, Sinop, Paranatinga, Pontes e Lacerda, Figueirópolis D’Oeste e Acorizal.

O combate aos incêndios conta com equipes atuando diretamente no campo, com o apoio de máquinas pesadas, caminhões-pipa, aeronaves e helicópteros, que compõem a estrutura disponível para reforçar o enfrentamento das chamas. As operações seguem de forma contínua, com foco no controle dos focos ativos e na proteção de vidas, propriedades rurais e do meio ambiente.

As ações contam com o suporte do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil do Estado e do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), além da Polícia Militar, que atuam de forma integrada para garantir uma resposta rápida e eficaz às ocorrências.

© Corpo de Bombeiros

Monitoramento

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento de 103 focos de calor ativos em todo o estado, incluindo os que estão em combate e controlados. Desse total, 74 são incêndios florestais e outros 21 focos restantes correspondem a queimadas irregulares. Nas terras indígenas, são registrados 17 eventos de fogo.

No caso de áreas indígenas, o combate deve ser feito por órgãos do Governo Federal, já que o Estado não possui autorização para atuar. Até o momento, o Corpo de Bombeiros Militar não foi acionado.

Fiscalização – Operação Infravermelho

Os outros 29 focos de calor decorrentes do uso irregular do fogo estão sendo fiscalizados no âmbito da Operação Infravermelho, cujo monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

As ocorrências em terras indígenas incluem: quatro focos na Terra Indígena Marechal Rondon, em Paranatinga; três focos na Terra Indígena Zoró, em Rondolândia; dois focos na Terra Indígena Nambikwara, em Comodoro; dois focos na Terra Indígena Parque Indígena do Xingu, nos municípios de Gaúcha do Norte e Nova Ubiratã; dois focos na Terra Indígena Parabubure, nos municípios de Campinápolis e Santo Antônio do Leste; e dois focos na Terra Indígena Sangradouro/Volta Grande, em Poxoréu.

Além disso, foram registrados focos nas seguintes áreas: Terra Indígena Sararé, em Conquista D’Oeste; Terra Indígena São Domingos, em São Félix do Araguaia; Terra Indígena Roosevelt, em Rondolândia; Terra Indígena Pimentel Barbosa, em Canarana; e Terra Indígena Areões, em Nova Nazaré.

Com apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar de forma antecipada áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso de fogo para limpeza e manejo de áreas rurais em Mato Grosso. De 1º de junho até 31 de dezembro está proibido o uso do fogo no Pantanal. Nas regiões da Amazônia e do Cerrado, o período proibitivo teve início em 1º de julho e vai até 30 de novembro. Já nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

Em caso de qualquer indício de incêndio florestal, a orientação é que a denúncia seja feita imediatamente pelos números 193 (Corpo de Bombeiros) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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